Amados em Cristo, a palavra exorta para que andamos na luz e não tropeçamos nas obras da carne as quais são trevas. Necessário é praticar e viver as obras do Espírito, ser participante do fruto do Espírito. Mas o Fruto do Espírito é: Amor, alegria, paz, longanimidade, benignidade, caridade, bondade, fidelidade, mansidão, domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. E os que são de Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e concupiscências. Se vivermos no Espírito, andemos também no Espírito. A Palavra de Deus na carta aos Gálatas 19 a 25 assegura que as obras da carne são conhecidas as quais são: Prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, a respeito das quais eu vos declaro como já, outrora, vos preveni que não herdarão o reino de Deus os que tais coisas praticam.
Lembre-se que as pessoas fortemente influenciadas pelo espírito de Jezabel apresentarão muitas delas, num momento ou outro, embora não necessariamente na ordem descrita. Uma característica isolada não indica que alguém tenha o espírito de Jezabel.
'Nos últimos dias, diz Deus, derramarei do meu Espírito sobre todos os povos. Os seus filhos e as suas filhas profetizarão, os jovens terão visões, os velhos terão sonhos'.  Atos 2:17
A mensagem de perdão foi uma parte fundamental do evangelho que Jesus anunciava nas suas caminhadas pelas colinas da Palestina. As palavras de Jesus na cruz, 'Pai, perdoa-lhes...' se tornaram as palavras de inúmeros outros ao longo da história que amaram Jesus mais do que a própria vida. Com o perfeito exemplo de Jesus para nos guiar, vamos aprender perdoar os outros, tanto durante a vida como na hora da morte.
O Pai enviou o Filho para assumir o completo preço da santa vingança que era o julgamento necessário de Deus sobre os nossos pecados. Quão grande mistério! É o mistério do amor do Pai, um mistério para ser apreendido e acolhido, para ser festejado e adorado, mas incompreensível em sua grandeza.
O próprio Jesus se declara possuidor do atributo da onipotência. Não é apenas poderoso, ou um deus com poderes limitados, um deus menor. Observem o artigo definido “o”, “o Todo-Poderoso”, definindo-o como o único.
O Salmo 2 apresenta o Ungido como o Filho de Jeová; e tem Deus dizendo - 'Hoje, te gerei'. Entretanto, João identifica Jesus como 'o Verbo', que estava 'no princípio . . . e era Deus' (1 João 1:1); Jesus falou ao Pai da 'glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo' (João 17:5); e Paulo diz que Cristo, antes de sua encarnação, 'não julgou como usurpação o ser igual a Deus' (Filipenses 2:6).  Como pode um filho gerado coexistir eternamente com o Pai?
Se o fim principal do homem é glorificar a Deus e gozá-lo para sempre, então as seguintes implicações são verdadeiras - a paixão de Deus por sua própria glória e sua paixão por minha alegria não se contradizem; Se a glória de Deus e o profundo deleite da alma humana são, em si, a mesma coisa, então o evangelismo significa a representação da beleza de Cristo e sua obra de salvação com uma urgência sincera de amor que trabalha para ajudar as pessoas a encontrarem sua satisfação nele....
Está na hora de pensarmos além da caixa e entender que Deus tem pessoas em cada reino deste mundo. Os cristãos cometem o erro de separar o sagrado do secular. Aos cristãos dedicados tudo é sagrado. Quer você sirva a Deus em um púlpito ou em um escritório tudo é santo para o Senhor.
Para ter uma vida abençoada, é preciso santificar o nome de Deus. Nome simboliza o individuo, sua natureza seu ser e atributos.
O que se observa hoje é que este mandamento não tem recebido a devida atenção e a ele não se dá grande valor, pois para muitos "os tempos mudaram" e a honra ou obediência aos pais é coisa do passado.