Qualquer semelhança entre Jeroboão e muitos de nós hoje não será mera coincidência. Há aqueles que, por motivos egoístas, materialistas e políticos, acabam se desviando do caminho inicial e experimentam a corrupção e a dureza de coração. São pessoas que não têm uma história com final feliz. Até mesmo na vida espiritual esse cruel quadro pode ser observado. Jeroboão foi colocado pelo próprio Deus como rei de Israel. O Senhor prometeu abençoar-lhe, mas ele tornou-se um mau exemplo para todo o reino e pagou um preço muito alto por ter se afastado de Deus.
O texto que destacamos nos fala de duas impressionantes colunas de bronze que ficavam em frente do templo. Salomão chama a da direita de Jaquim, e a da esquerda de Boaz. Essas duas colunas trariam a sua lembrança, do Deus Todo Poderoso e de todos os conselhos que ouvira de seu velho pai Davi. No livro de Eclesiastes, lemos a decadência desse Rei. Salomão nos mostra Sete Caminhos que percorreu para preencher o vazio de sua alma, exatamente por não ter mais Deus presente na sua vida. Salomão já não se lembrava das suas promessas, e tampouco olhava para as 2 colunas que lhe faria relembrar os seus votos!.
Vários povos pelo mundo afora têm sofrido até hoje a ação despótica de governos autoritários que dispensam ao povo um tratamento indigno, onde as suas necessidades e interesses são completamente ignorados. No estudo de hoje será analisada a história de um rei que tentou implantar uma política autoritária e opressora, mas que foi surpreendido com uma revolução, cujas conseqüências desestabilizaram profundamente o seu reinado. Este rei é Roboão. Um governante despreparado, que causou muita confusão.
Davi reinou 40 anos, sendo 7 em Hebrom e 33 em Jerusalém. Ele era pastor de ovelhas, músico, poeta, instrumentista, inventor de instrumentos, bom líder e repleto da presença de Deus. Graças à sua habilidade política, conseguiu captar a simpatia dos povos vizinhos e logo foi aclamado Rei em todo o Israel. Transformou Jerusalém no centro político e religioso de sua época. Davi foi brilhante estrategista militar. Há uma feliz combinação em sua vida: bravura e dote de liderança.
Sem pronunciar nenhuma palavra, a própria presença de Maria junto à cruz e, mais tarde, entre os discípulos, oferece um poderoso testemunho da divindade de Cristo. O único humano que conhecia de primeira mão sua origem era uma seguidora de Jesus. Ela não é para ser venerada como a Mãe de Deus, mas é para ser imitada como uma fiel filha de Deus e serva de Jesus.
O segredo de José só não é mais simples porque a dificuldade está em colocá-lo em prática, ou seja, quando se trata de ser fiel na prática, a teoria é outra. Mas, o segredo de José é descortinado quando ele se casa, já no palácio, e dá nome aos seus filhos, pois é ali que ele deixa claro sua trajetória de vitória e, mais importante, a sequência dessa trajetória - primeiro lhe veio Manassés, depois Efraim. Manassés significa, em termos simples, 'esquecer', enquanto Efraim pode ser entendido por 'frutífero', de onde se compreende que os frutos vêm após um certo período de maturidade e, principalmente, de crescimento da árvore. 
Elias lança um desafio a Baal, Aserá e seus profetas. Foi um desafio lançado a toda a corte religiosa da época. No monte Carmelo, após a exibição dos seus opositores no intuito de fazer os deuses se manifestarem, sem nenhum sucesso, Elias clamou ao Senhor para que mostrasse que ele era seu servo e que Jeová era o Dono de todo o poder, e para que isso acontecesse o Senhor deveria enviar fogo do céu. E essa manifestação de poder não tardou, e logo o céu se abriu e o fogo desceu.
O ministério de Eliseu foi ratificado pelos milagres que Deus realizou por sua instrumentalidade. E esses milagres foram manifestos em momentos de angústia, onde apenas Deus poderia intervir, milagres de provisão, restituição, restauração e julgamento. Todas essas intervenções divinas operadas por Eliseu tinham como único propósito não exaltar as virtudes do profeta, mas evidenciar a graça e a glória do Todo-Poderoso.
Muito já se escreveu sobre o episódio de Elias no monte da transfiguração, e para este subsídio gostaria apenas de trazer uma reflexão sobre a necessidade de uma fé que não se limita, nem se contenta com a ausência do sobrenatural, das visões e da percepção inconfundível da presença do Senhor. Há milhares de cristãos que ao longo da história da Igreja tiveram visões, onde anjos e o próprio Cristo lhes apareceram, que foram arrebatados em espírito e puderam contemplar grandes coisas. 
Se dermos prioridade as coisas que nos interessam e relegarmos ao secundário os momentos que precisamos passar a sós com Deus, necessários para ouvir a Sua voz e fazer a sua vontade, ficaremos irremediavelmente secos de compaixão. Por isso, vamos colocar o título da mensagem na ordem correta - 'Coração de Maria e mãos de Marta'. Primeiro a comunhão e depois o serviço.
Se vamos aproveitar alguma lição de Malaquias para as igrejas de hoje, ajudaria refletir sobre o princípio ensinado no primeiro capítulo do livro. Quando Deus viu a falta de santidade e de dedicação por parte dos adoradores daquela época, ele falou que seria bom se alguém fechasse as portas do templo para não permitir a adoração insincera. Em outras palavras, ele pediu para parar de brincar de religião.
Ao colocar o nome do menino de Manassés, José estava profeticamente proferindo que há uma unção para aqueles que foram esquecidos, para aqueles que foram humilhados, ofendidos, traídos, agredidos e desprezados. José estava nos dizendo que há um Deus verdadeiro e poderoso que pode não só apagar nossos pecados, mas também pode apagar tudo que nos faz mal. Eu quero nesta hora ministrar na vida de todos os amados leitores dessa mensagem o que José nos ensinou, A Unção de Manassés, que apaga de nossas mentes todo mau, toda mágoa, todo rancor.


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