Não é possível entender a situação que enfrentamos neste fim dos tempos sem compreender antes o ensino bíblico básico sobre a guerra espiritual. Infelizmente, a igreja cristã não tem ensinado a esse respeito nos últimos cem anos. 
Nossa força vem do Senhor. Isso é sabido da maioria dos cristãos. Aqueles que ainda buscam extrair de si mesmo as forças no combate espiritual, ou a sabedoria, ou o poder, ou a auto-determinação, ou a força de vontade para se superar no combate contra o inimigo devem urgentemente se converter, pois ainda não conheceram o que "arrepender e crer no evangelho" significa. 
Seus praticantes as chamam de simpatias e são largamente empregadas pelo povo brasileiro, sendo difundidas como inofensivas tradições folclóricas. Mas... Será que as simpatias são realmente inofensivas? Que poderes envolvem? Que perigos escondem? Quais os reais limites entre a fé e a superstição? O uso de palavras bíblicas santifica esta prática? Há alguma relação entre a simpatia e a bruxaria? 
Este ensino diz que: "apesar de você ter Jesus como o seu Salvador, e ser salvo, é possível que existam maldições hereditárias, ou seja, maldições por causa dos pecados de algum antepassado que não tenham sido perdoados, e que conseqüentemente, ainda recaem sobre a sua vida". 
De tempos em tempos a igreja de Jesus Cristo é assaltada por modismos que buscam desviar os crentes do verdadeiro alvo e objetivo – servir ao Senhor com alegria e singeleza de coração. 
O evangelho é simples, mas muitos pregadores estão ensinando outro evangelho que tem trazido divisão no corpo de Cristo - são os ensinos da Confissão Positiva, da Saúde e da Prosperidade, Espíritos Territoriais, Maldição de Família, Cura Interior e uma ênfase excessiva na Batalha Espiritual. 
Quando do início do movimento uma das frases mais ouvidas era: "vamos expulsar o espírito de Roma do Brasil". Entendia-se por "espírito de Roma" toda a influência católica em nosso país. 
Uma das distorções doutrinárias mais difundidas entre o povo de Deus ultimamente é o ensino das “maldições hereditárias”, conhecido também como “maldição de família ou “pecado de geração”. Estes conceitos circulam bastante através da televisão, rádio, literatura e seminários nas igrejas.
Seus defensores se apressam em esclarecer que o G12 é, além de um método, uma tentativa de retorno ao cristianismo primitivo. Rejeitam a idéia de que a visão seja uma “nova doutrina” e fogem de questionamentos mais aprofundados que coloquem em dúvida os seus conceitos. 
A palavra do Senhor nos revela que tanto a benção como a maldição é oferecida por Deus diante de nós, dando-nos a plena liberdade de escolha, e não há mistério nenhum nisso. 
Alguns de nossos sofrimentos, como os de Jó, são para a glória de Deus, pois ou resultam em nosso próprio aperfeiçoamento ou em cura espetacular, como no caso do cego de nascença. O propósito de Deus nem sempre é conhecido por nós, mas devemos como cristãos ter a firme convicção de que o seu propósito é bom. 
O alvo do nosso estudo será a falsa doutrina do Evangelho da Maldição, que é um dos produtos da confissão positiva Neo-Pentecostal, e que é também chamado de Quebra de Maldições, Maldições Hereditárias, Maldição de Família e Pecado de Geração.