A teoria calvinista a respeito da predestinação diz que Deus escolheu os que haviam de se salvar e condenou os demais à perdição eterna, independente do desejo dos indivíduos.
Ao contrário da ressurreição, que é a volta do espírito ao mesmo corpo, a reencarnação significa o retorno do espírito a um novo corpo, sucessivamente, até alcançar a evolução.
Desde a primeira cerimônia da páscoa não devia haver fermento em nenhum compartimento da casa (Êxodo 12.15), porque este é o símbolo do pecado.
Você já se sentiu muito triste alguma vez? Triste a ponto de não querer falar com as pessoas, de querer ficar sem fazer nada? Certamente, todos nós já nos sentimos tristes desta forma em algum momento de nossas vidas.
Inveja é um misto de ódio, desgosto e pesar pelo bem e felicidade de outrem; é o desejo violento de possuir o bem alheio; é a invejar a prosperidade e a alegria de outra pessoa, porque ela possui algo que não possuímos (Dicionário Aurélio).
O ciúme e a inveja são sempre seguidos da contenda na igreja. Quando nos magoamos por causa daquilo que outros conquistaram, quer financeiramente, quer na reputação, a ambição egoísta nos torna arrogantes contra o nosso irmão (Tiago 3:14).
Quando usamos a palavra inveja, estamos nos referindo a ter inveja de alguém por ter algo que não temos. Esso tipo de inveja é um pecado e não é uma característica de um Cristão
De modo geral, podemos dizer que não há nenhum texto bíblico que proíba ou que permita doação de órgãos humanos, uma vez que a prática era totalmente desconhecida nos tempos bíblicos.
Essa doutrina é frequentemente chamada de perseverança dos santos; e também de segurança eterna em alguns círculos. Esses termos são acurados, visto que os crentes verdadeiros conscientemente perseveram na fé e os eleitos estão, de fato, eternamente seguros em sua salvação.
Nos cultos de muitas igrejas, objetos são empregados como canais de bênção. Eles são ungidos nos cultos com o objetivo de passarem ao fiel algum tipo de benefício.
As pessoas que usam termos como trindade, Deus trino, etc. as empregam para explicar um conceito da existência de três pessoas distintas que podem ser chamadas de Deus. Vamos considerar, em termos bem resumidos, o que a Bíblia diz a respeito dessa idéia.