Estudo Bíblico O Senhor do Sábado


Texto:
01. Assim os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados. 02. E havendo Deus acabado no dia sétimo a obra que fizera, descansou no sétimo dia de toda a sua obra, que tinha feito. 03. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera. Gênesis 2.1 a 3

Êxodo 20.8 a 11

08. Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. 09. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra. 10. Mas o sétimo dia é o sábado do SENHOR teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas. 11. Porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o SENHOR o dia do sábado, e o santificou.

INTRODUÇÃO

Toda palavra que procede da boca de Deus é alimento para sustento de nossas vidas. Sabemos que o homem foi criado para ser eterno, mas pelo pecado se tornou um ser mortal. É por isso que sofremos tanto quando perdemos um ente querido, pois a morte incomoda o espírito que é eterno, deixando nossas almas atribuladas e depressivas. Mas por que isso aconteceu? Como pode uma atitude ter causado tanto mau a toda a humanidade? Como Deus se sentiu sendo traído por seu amigo?

Sempre digo que o que me leva a buscar as mensagens e ter revelações do trono de Deus para alimentar as ovelhas que a mim são confiadas, são as perguntas que nascem em meu coração, pois sei que somente Deus, o Eterno de Israel pode me respondê-las.

A minha pergunta é: Por que Jesus curava no sábado?

A SEMANA DA CRIAÇÃO

Gênesis 01.01 - No princípio criou Deus os céus e a terra.

Português: No princípio criou Deus os céus e a terra
Transliterado: Bereshit bara Elohim et hashamaim veet haarets

A criação das substâncias da terra. Deus com a sua palavra estabelece a criação dos céus, não céu no singular, mas céus no plural, e também a terra que era sem forma, ou seja, deformada, e vazia, sem vida.

Entretanto o texto é claro e enfático ao dizer que tudo o que há, visível e invisível, tem um princípio e um criador. Deus fez tudo o que existe. Ele é o Senhor e o Criador da terra, do céu e de tudo o que neles há.

O livro de Gênesis 1.1 - 2.25 descreve os sete dias da criação, bem como Elohim formou o homem e a mulher e os colocou no Jardim do Éden.

O PRIMEIRO DIA

Era o início do primeiro “dia” quando o Espírito de Jeová “se movia sobre a face das águas.”(Gên.1:2) A palavra hebraica traduzida aqui por “movia” significa “pairar”, assim como as aves fazem em seus ninhos. Esta é apenas uma ilustração de como o Espírito de Deus “pairava” sobre as águas da Terra, a fim de que apropriadamente fosse preparado um lar para as miríades de criaturas terrestres, incluindo os seres humanos. Isto se deu no primeiro “dia” e tais preparativos prosseguiriam até que o homem fosse criado.

Quando o Espírito de Jeová começou a se mover sobre as águas “havia trevas sobre a face do abismo.” Uma vez que isto se deu antes da ocasião em que a terra e as águas fossem divididas, a superfície da Terra era um vasto oceano. Deus perguntou a Jó: “Quem encerrou o mar com portas, quando este rompeu e saiu da madre; quando eu pus as nuvens por sua vestidura, e a escuridão por faixa?”-Jó 38:8, 9

A pergunta feita a Jó pode muito bem sugerir como o mar veio à existência. Muitos cientistas concordam que à medida que a massa terrestre foi se esfriando, uma crosta mais ou menos sólida formou-se em seu exterior. Por um tempo a crosta manteve os gases quentes, ou como a pergunta de Deus sugere, os “encerrou com portas.” Os gases assim confinados, passaram a gerar uma tremenda pressão de tal modo que estes começaram a abrir o caminho através de inúmeras pequenas crateras, sendo então dissipados ao longo de toda a superfície terrestre, esfriando-se, condensando-se e caindo, por fim, sobre a Terra. Comparando o surgimento do mar a um parto, a Bíblia nos diz que Deus lhe deu uma vestimenta, ao dizer: “Quando eu pus as nuvens por sua vestidura, e a escuridão por faixa?” Uma tremenda quantidade de vapor ascendeu do mar quente, o que resultou numa completa escuridão que envolveu a Terra como uma faixa.
 
Quão belamente Jeová descreve esta fase de sua obra criativa!

Muito foi feito durante o primeiro “dia”. O Criador disse, “haja luz; e houve luz”. Segundo os cientistas, parece que o sol foi criado muito antes da terra. Provavelmente a sua luz, não penetrava as nuvens de vapor e gás que envolviam a Terra. É possível que o grau de luminosidade do sol tenha sido bem menor do que temos hoje.

A Bíblia nos diz que Deus separou a luz das trevas, chamando a luz de dia e as trevas de noite. (Gên. 1:4, 5) Foi a própria Terra que fez a divisão entre a luz e as trevas. Tal como agora, a face da Terra que estava de frente para o sol foi a que recebeu luz, ao contrário do outro lado do globo, que estava na escuridão. À medida que a luz do sol começou aos poucos a penetrar o denso dossel ou cobertura de umidade que rodeava a Terra, o primeiro “dia” chegou ao seu fim.
 
Lemos na Bíblia que “foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.” (Gên. 1:5) A palavra hebraica traduzida aqui por “noite” significa literalmente escuro ou escuridão. O que o Criador deseja que entendamos claramente é que, embora os períodos criativos tivessem um período de escuridão no início, o final de cada um deles era brilhante como a aurora de um novo dia.

Esta luz está relacionada ao calor e a claridade dando ao homem uma sequência para a criação de tudo que haveria de vir, pois só podemos criar aquilo que podemos ver, não se trabalha nas trevas.

O SEGUNDO DIA

Neste segundo “dia” a atmosfera terrestre seria formada. Em Gênesis 1:6 lemos que Deus disse: “Haja uma expansão no meio das águas, e haja separação entre águas e águas.” Na separação das águas, pela “expansão”, a principal massa de água, provavelmente permaneceu sobre a Terra, enquanto que uma imensa quantidade de vapor de água foi deixada em suspensão na alta atmosfera.

Os cientistas dizem que outros gases provenientes da terra quente, alguns dos quais se condensaram para formar o oceano de água fervente, que outrora cobria a Terra, foram usados para criar a atmosfera.
 
Provavelmente isto se deu assim, mas podem estes mesmos cientistas explicar como estes gases se ajustaram para fornecer a quantidade exata de oxigênio que seria necessária para a respiração das muitas criaturas terrestres que haveriam de ser criadas? Além disso, como se chegou ao equilíbrio adequado de nitrogênio e oxigênio através das futuras eras, para que tanto a vegetação como os seres vivos da Terra pudessem continuar a viver?
 
Só o Criador é capaz de conseguir isso. Referente a isso escreveu o profeta Isaías: “Ele é o que está assentado sobre o círculo da terra, cujos moradores são para ele como gafanhotos; é ele o que estende os céus como cortina, e os desenrola como tenda, para neles habitar.” (Isa. 40:22) Que bela maneira de descrever a expansão da atmosfera em torno da Terra! Trata-se de uma “tenda”, onde todos podem viver. Na verdade, todas as criaturas da Terra vivem nesta camada de oxigênio.

A atmosfera terrestre é vital para a vida porque é parte integrante de um ciclo de irrigação, através do qual a Terra é suprida com a água necessária para a vegetação e seus habitantes. O sol transforma a água do mar em vapor que sobe para a atmosfera sob a forma de nuvens. No devido tempo ela retorna à Terra em forma de chuva ou neve.
 
Desta forma a atmosfera retém milhões de toneladas de água em suspensão, prontas para serem “regadas” sobre a Terra. Que maravilhoso sistema de irrigação! Como isto demonstra a sabedoria do Divino Arquiteto! Quão fortalecedor pode ser para a nossa fé perceber que a Bíblia descreve este fenômeno há tanto tempo, muito antes dos cientistas entenderem algo sobre este assunto!

Jeová Deus fez a expansão e dividiu as águas que estavam sob a expansão das que estavam sobre a mesma. E assim se deu! “E chamou Deus à expansão Céus.” (Gên. 1:7, 8) A palavra hebraica aqui traduzida por “céus” é a mesma que é traduzida por “ar” em Jó 2:12. Por isso, seria correto dizer que Deus chamou a expansão [firmamento, ARA] de “ar”. Com a formação da atmosfera, esse dia chegou ao fim. “E foi a tarde e a manhã, o dia segundo.” — Gên. 1:8

O TERCEIRO DIA

Foi durante o terceiro “dia” que a superfície terrestre apareceu. Deus disse: “Ajuntem-se as águas debaixo dos céus num lugar; e apareça a porção seca; e assim foi. E chamou Deus à porção seca Terra; e ao ajuntamento das águas chamou Mares; e viu Deus que era bom.” — Gên. 1:9, 10

Em Provérbios 8:29 lemos acerca do tempo em que Deus “fixava ao mar o seu termo, para que as águas não traspassassem o seu mando, quando compunha os fundamentos da terra.” Sabe-se que, se as massas continentais da Terra fossem niveladas hoje, toda a superfície terrestre ficaria cerca de três quilômetros submersas sob o mar. Aparentemente, esta era a situação antes do terceiro dia criativo.
 
Obviamente por desígnio divino, a superfície da Terra, suave e lentamente começou a assentar-se, afundando-se nos oceanos e levantando-se no que agora conhecemos por continentes. Falando da sabedoria, poder e majestade de Jeová, o salmista escreveu: “Lançou os fundamentos da terra; ela não vacilará em tempo algum. Tu a cobriste com o abismo, como com um vestido; as águas estavam sobre os montes. À tua repreensão fugiram; à voz do teu trovão se apressaram. Subiram aos montes, desceram aos vales, até ao lugar que para elas fundaste. Termo lhes puseste, que não ultrapassarão, para que não tornem mais a cobrir a terra.” — Sal. 104:5-9
 

O QUARTO DIA

A obra do Criador durante o quarto “dia” teria a ver com o sol e a lua. O leitor casual pode facilmente imaginar que foi neste quarto período em que o sol e a lua foram criados, mas este não é o caso. Tanto o sol como a lua foram criados no início, quando Deus criou os céus e a terra. (Gên. 1:1) Ambos faziam parte dos “céus”.

Deus disse: “Haja luminares na expansão dos céus, para haver separação entre o dia e a noite; e sejam eles para sinais e para tempos determinados e para dias e anos.” (v. 14) No versículo 16 lemos: “E fez Deus os dois grandes luminares: o luminar maior para governar o dia, e o luminar menor para governar a noite; e fez as estrelas.” Na declaração de que Deus fez “dois grandes luminares” está contida a ideia de que ele determinou que o sol e a lua governassem o dia e a noite, respectivamente. Nos versículos 17 e 18 se nos diz que o Criador “os pôs na expansão dos céus para iluminar a terra, e para governar o dia e a noite.”

Foi, obviamente, a luz do sol que penetrou de maneira tênue na “faixa” de trevas em torno da Terra, quando no primeiro dia criativo Deus disse, “haja luz”. Embora a luz solar penetrasse na atmosfera o suficiente para fazer uma diferenciação entre o dia e a noite, ainda não “governava” o dia assim como o faz hoje. Além disso, é duvidoso que a lua fosse visível nessa época.
 
É óbvio que alguma luz solar chegou à atmosfera da Terra antes do quarto dia criativo, uma vez que seria indispensável para a vegetação criada no terceiro “dia”. O sol e a lua não “governavam”, a ponto de produzir as estações, marcando os dias, meses e anos, como o fazem hoje.

O QUINTO DIA

O quinto “dia” teve por alvo a criação dos peixes e aves. Lemos que “Deus criou as grandes baleias [animais marinhos, ARA], e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies.” É razoável concluir que a referência do v. 21 aponte para os grandes monstros que os cientistas designaram como dinossauros, diplódocos e tiranossauros.

Muitos cientistas têm sugerido que, embora estes enormes monstros possuíssem hábitos terrestres, seu enorme peso os fazia se moverem mais facilmente na água, pois esta contribuía para suportar o seu peso. Todas as outras inúmeras formas de vida marinhas foram criadas no quinto dia.
 
Em seguida, as aves também foram criadas. A expressão “toda a ave de asas” (v. 21) não deve ser limitada na sua aplicação aos plumíferos. A palavra aqui traduzida como “ave” significa principalmente um pássaro com asas cobertas, com ênfase nas asas, em vez das penas. A razão pela qual chamamos a atenção para isto é que a geologia nos diz que existiram enormes criaturas voadoras que não tinha penas, mas sim asas semelhantes as dos morcegos.
 
Quer fossem os enormes lagartos deste período as únicas criaturas que viviam no mar, quer fossem todas as aves de asas, plumíferas ou desprovidas de penas, não importa, pois cada uma delas foi criada, conforme a sua espécie. Isto é confirmado por aqueles que reconhecem abertamente os testemunhos fósseis deixados pelas rochas. Cada uma destas espécies surgiu repentinamente, sem qualquer evidência de terem ascendido segundo uma escala evolutiva.

O SEXTO DIA

Foi no final do sexto dia que Deus criou o homem à Sua imagem e semelhança. Apropriadamente, foi também nesse período que os animais terrestres que haveriam de contribuir para as necessidades do homem foram criados. Lemos: “E disse Deus: Produza a terra alma vivente conforme a sua espécie; gado, e répteis e feras da terra conforme a sua espécie; e assim foi. E fez Deus as feras da terra conforme a sua espécie, e o gado conforme a sua espécie, e todo o réptil da terra conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra.” — vv. 24-26

O homem foi criado para ser o rei da Terra. Quando o propósito de Jeová ao criar o homem for cumprido, a humanidade exercerá o domínio sobre a Terra. O homem atualmente é uma criatura caída em relação à posição que Deus havia planejado para ele. Portanto, Paulo disse que ainda não se veem todas as coisas postas sob o domínio do homem. Mas à medida que avançarmos em nosso estudo, descobriremos que as Escrituras dão testemunho abundante de que finalmente o domínio do homem sobre a Terra será restaurado para a glória de Deus e a eterna alegria de Sua criação. — Heb. 2:8

O SÉTIMO DIA – O SHABAT

03. E abençoou Deus o dia sétimo, e o santificou; porque nele descansou de toda a sua obra que Deus criara e fizera.

Shabat é o nome dado ao dia de descanso semanal na cultura judaica, assim simbolizando o sétimo dia em Gênesis, após os seis dias de Criação, no qual o Eterno descansou.

Apesar de ser comumente dito ser o sábado de cada semana, é observado a partir do pôr-do-sol da sexta-feira até o pôr-do-sol do sábado. O exato momento de início e final do shabat varia de semana para semana e de lugar para lugar, de acordo com o horário do pôr-do-sol. O shabat é observado tanto por judeus quanto por cristãos, como por exemplo adventistas do sétimo dia e batistas do sétimo dia.
 
No shabat é observado três refeições festivas (jantar de sexta-feira, almoço de sábado e refeição de final de tarde no sábado). As atividades proibidas no Shabat derivam de trinta e nove ações básicas que são descritas pelo Talmud a partir de fontes bíblicas.

A palavra hebraica, shabat, tem relação com o verbo, shavat, que significa "cessar", "parar". Apesar de ser vista quase universalmente como "descanso" ou um "período de descanso", uma tradução mais literal seria "cessação", com a implicação de "parar o trabalho". Portanto, Shabat é o dia de cessação do trabalho, dentro da cultura bíblica, e ainda seguida por muitos.
     

JESUS CURAVA NO SÁBADO

Se a lei dos judeus dizia que no sábado não se podia fazer nada, então por que Jesus realizava curas neste dia sagrado para eles, mesmo sendo Jesus um judeu? Porque Jesus parece contrariar a lei?

Na verdade Ele mesmo disse que a vida era mais importante. Ele veio dar uma outra versão para a mesma lei. Veio abrir os olhos dos cegos para que enxergasse que a lei foi feito para preserva a vida, sendo o sábado criado para benefício do homem e não o homem criado para o sábado. Assim vejamos algumas curas que Ele realizou para nos mostrar que Ele é soberano de tudo.

O HOMEM DA MÃO MIRRADA - Mateus 12. 9 a 13

Todas as vezes que Arão, o sumo sacerdote se apresentava ao povo para ministração, ele colocava o Talit na cabeça e levantava uma das mãos até a altura do peito e a outra mão acima da cabeça, e se a mão acima da cabeça fosse a esquerda, então a palavra seria de Juízo e se mão fosse a direita então seria benção, e assim sendo quando a bíblia diz, “lado direito ou lado esquerdo”, ela está se referindo a duas coisas primordiais para nossas vidas, pois o lado esquerdo representa Juízo e o lado direito a benção. Então aquele homem tinha suas bênçãos retidas, e Jesus nunca tem prazer em ver alguém nessa condição, então Ele manda que o homem se aproxime dEle e o cura.

Assim é conosco, Ele quer nos mostrar que Ele é o Senhor soberano e que a vida de seus filhos é mais importante que costumes e crendices, Ele quer que nos aproximemos e lhe estendamos a mão para recebermos as tão sonhadas e esperadas bênçãos.

Com certeza o Senhor curou aquele homem para nos deixar um ensinamento, e este ensinamento também têm a ver com a nossa vitória em todas as áreas.

O PARALÍTICO DE BETESDA - João 5.1 a 10

Um contexto que nos remete a um local onde um homem era desprezado e não recebia a ajuda de ninguém, pois ele já estava ali a muito tempo e ninguém o ajudava entrar na água do tanque quando o anjo a movia. E Jesus chega por detrás do tanque, como quem chega de surpresa e tem um encontro com aquele paralítico fazendo com que a situação daquele homem mudasse.

Veja que Jesus não pergunta se ele quer ser jogado nas águas, mas a pergunta é “Queres ser curado”. Jesus não quer saber em que situação estamos, mas sim que saibamos que Ele é o Senhor de todas as coisas e assim nos colocar fora da dependência de outras pessoas, passando a depender apenas dEle, não somente nos momentos de dificuldade, mas em todo o tempo.

O CEGO DE NASCENÇA - João 9. 1 a 14

Outra passagem em que o nosso Senhor e Salvador Jesus se mostra ser superior e Senhor de todas as leis. Aqui vemos que quando os discípulos se aproximam do cego eles fazem uma pergunta se mostrando ainda serem adeptos de crendices, pois eles acreditavam que ou o pai ou o filho havia pecado e por isso a cegueira veio como um castigo pelo pecado, mas Jesus lhes mostra que o pecado não é empecilho para sermos sarados de qualquer coisa, basta cremos no Senhor Jesus e nos arrependermos de nossos erros e não mais cometê-los.

Jesus mostra que nem a lei pode nos impedir de sermos abençoados quando nós acreditamos que somos filho daquele que está acima da lei feita pelos homens, pois Ele mesmo disse que não veio para descumprir a lei, mas sim obedecê-la, e quem obedece recebe sua recompensa, pois a lei em sua verdade foi feita para os que as descumprem, sendo quem cumpre a lei jamais será penalizado por ela.

A MULHER CURVADA - Lucas 13.10 a 13

Outro sábado em novamente Jesus vai a igreja e se depara com uma mulher que não via que um espírito de enfermidade a fez encurvar-se, andando prostrada e toda torta. Então o Senhor a chama, assim como está chamando cada leitor agora, e diz que ela estava livre, e no mesmo momento ela ficou ereta.

Muitos hoje se acham livres vivendo dentro da igreja e até participando do contexto da igreja ajudando na obra do Senhor, mas na verdade estão presos, cativos por um mau qualquer, vivendo escravos dos vícios, e pecados, da ira e do rancor, precisando ter um encontro verdadeiro com Jesus, que é o Senhor do sábado do domingo e de toda a semana.

Mas o mais lindo é que ela recebeu a cura e imediatamente passou a glorificar a Deus pela cura e libertação recebida, e assim eu vejo aprendo que toda honra e toda a glória deve ser dada somente a Deus, nunca e jamais devemos nos curvar diante de um homem ou uma imagem de escultura, mas somente diante da pessoa bendita de Deus.

O HOMEM HIDRÓPICO - Lucas 14.1 a 4

Outro sábado e Jesus vê na casa de um farizeu um homem que tinha uma barriga d’agua, é isso mesmo, hidrópico é aquele que tem barriga d’agua, e incomodado com a situação daquele homem Jesus o cura.

Tanto aquele homem quanto as demais pessoas que conviviam com ele talvez achavam que era normal uma barriga grande, mas na verdade era uma doença, um mal que poderia levá-lo a morte. Então Jesus chega e cura aquilo que parecia normal e dá a vida ao homem.

Hoje vemos que males escondidos estão latentes dentro de muitas pessoas que caminham para a morte e a passos largos, sem terem um encontro com Jesus são apenas pessoas fadadas ao fracasso. Jesus quer que cada um de nós nos acheguemos a Ele para que tudo o que está oculto seja desfeito, e todos possamos ter uma vida vitoriosa.

CONCLUSÃO

PORQUE JESUS CURAVA NO SÁBADO?

26. Como entrou na casa de Deus, no tempo de Abiatar, sumo sacerdote, e comeu os pães da proposição, dos quais não era lícito comer senão aos sacerdotes, dando também aos que com ele estavam? 27. E disse-lhes: O sábado foi feito por causa do homem, e não o homem por causa do sábado. 28. Assim o Filho do homem até do sábado é Senhor.

Sim, Ele é o Senhor do sábado por que a vida de seus filhos é mais importante. Ele quer que tenhamos vitória todos os dias de nossas vidas na terra, que sejamos seus verdadeiros filhos, o amando e o respeitando, sendo fieis e obedientes todos os dias. Então meu amado irmão, se queres ter vitória em sua vida, a entregue a Jesus e viva ao lado dEle, pois somente Ele pode lhe dar aquilo que o mundo não tem, uma vida eterna de paz e muita felicidade.

| Autor: Pr Alexandre Augusto | Divulgação: EstudosGospel.Com.BR |


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