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A Páscoa (Pessah) deve ser celebrada no 14º dia do primeiro mês do ano, pelo calendário hebraico. Nesta época os escravos eram os israelitas, que não tinham como alcançar sua liberdade, e necessitavam de alguém que fizesse isto por eles. E foi isto que o Senhor fez por Israel. Toda redenção acontece porque um preço é pago
Esta é a mensagem da Páscoa, a ressurreição de Cristo, o fim do processo de reconciliação do homem com Deus, ou seja, a redenção do homem. Tudo o que os cristãos que nos trouxeram até aqui viveram, creram, amaram e sofreram jorrou dessa única fonte, a ressurreição de Cristo. Toda a vida cristã é faísca desse fogo, é reflexo do túmulo vazio.

Quando Pilatos olhou para o acusado, que estava diante dele quieto, percebeu que uma “justiça brutal” já tinha sido administrada contra tal homem. As vestes de Jesus estavam rasgadas e era evidente que ele tinha sido espancado

Como a lua nova determina o início do mês de Nisan, a Páscoa original podia cair em qualquer dia da semana, de segunda-feira a domingo. No ano 190 d.C., levantou-se uma polêmica sobre que dia escolher para celebrar a ressurreição de Jesus Cristo, e determinaram o dia da ressurreição, a Sexta-Feira da Paixão.
Sexta-feira Santa é a sexta-feira bem antes do domingo de Páscoa. É comemorada tradicionalmente como o dia em que Jesus foi crucificado. Supondo que Jesus foi crucificado e morreu em uma sexta-feira, devem os cristãos lembrar-se da morte de Jesus através da celebração da Sexta-Feira Santa?
Todas as vezes que ouço falar de sexta-feira Santa, começo a me lembrar do sacrifício de Jesus no Calvário. O sofrimento, as dores, o abandono e o pior de todos eles para Jesus, a falta de comunhão com o pai.
Falar de origem da Páscoa é entrar no campo das suposições, pois não há dados suficientes que ajudem a esclarecer sobre essa celebração no período pré-mosaico.
Coelhos, ovos e outros apetrechos populares foram acrescentados ao evento da Páscoa pela crendice e superstição populares. Nada têm a ver com o significado da Páscoa judaica que comemora a libertação dos judeus da escravidão do Egito e nem da ceia do Senhor celebrada pelos cristãos em memória de Cristo.
Não se deixe enganar. Não existe coelho da páscoa - mas, sim, o Cordeiro de Deus - JESUS CRISTO. Na Páscoa, nada se refere a chocolate mas, sim, ao precioso sangue de Jesus derramado na cruz em favor de cada um de nós.

Por causa do comércio, o diabo tenta distorcer muitas verdades Bíblicas, como por exemplo, a Páscoa (Pessach), confundindo crianças, jovens e adultos até no meio evangélico, com a simbólica troca de ovos de Páscoa feitos de chocolate, botados por coelhos, e segundo nos consta o coelho não bota ovos, muito menos de chocolate!

Para os cristãos, a Páscoa é a passagem de Jesus Cristo da morte para a vida: a Ressurreição. A passagem de Deus entre nós e a nossa passagem para Deus.