Penso que a conduta do cristão equilibrado em relação ao natal secular, é a de aproveitar esse período do ano para apresentar Jesus Cristo ao mundo. E podemos fazer isso por meio de cantatas ao ar livre e nos centros comerciais, cultos e mensagens especiais, evangelísticas, nos templos, publicação de textos alusivos ao nascimento de Cristo... Além disso, devemos aproveitar o lado bom do Natal secular. Afinal, que mal existe em as famílias cristãs - que conhecem o verdadeiro sentido do Natal - aproveitarem as coisas boas da festa do Natal, como a confraternização, a troca de presentes e a beleza das cidades enfeitadas?
Celebrar o Natal de Cristo é lícito e conveniente, visto que a obra redentora abarca a encarnação do Verbo, a sua morte vicária e a sua ressurreição para a nossa justificação. Além disso, reitero que o Natal é uma festa cristã, celebrada por anjos e pastores, na primeira noite natalina, e pela família do Senhor, em sua casa, juntamente com sábios do Oriente, cerca de dois anos após seu nascimento. Enfim, não existe mandamento específico para celebrarmos o Natal...
Dizem, os críticos do Natal que não há registro nas Escrituras de que o aniversário de Jesus tenha sido celebrado após o seu nascimento. Entretanto, como já tenho afirmado e reafirmarei neste artigo, o Natal é uma celebração genuinamente cristã, que precede e transcende o paganismo. Ela não foi inventada pela Igreja Católica Romana e tem, sim, o abono das Escrituras.
Uma festa para troca de presentes, para ceia em família, para enfeitar a Casa com luzes e bolas coloridas, para montar o presépio, para comer panetonne, Peru? Não, o Natal tem um sentido mais profundo. O nascimento de Cristo tem conseqüências que vão além da festa de uma dia de dezembro, ele tem a dimensão e o peso de um propósito eterno. No Natal Deus começou a desvelar o seu plano de amor e graça que Ele havia estabelecido antes da fundação do mundo.
Natal, a festa máxima da cristandade. Mesmo não tendo evidências objetivas, teologicamente falando, Jesus tinha que nascer um dia. Todos os cristãos comemoram no dia  25 de dezembro. Neste natal que cada um de nós possamos dar um presente especial para nossas famílias. Conte para todos a história do natal, quem é o seu personagem principal, renda-lhe uma homenagem, aceite-O como seu Salvador.
Lendo as palavras 'Natal romano', alguém poderia pensar no Vaticano e nas antigas tradições relacionadas a ele – ou nos romanos da época de Jesus. Mas não é disso que trata este texto. Ele fala sobre descobertas natalinas na Carta de Paulo aos Romanos... A época do Natal é uma época de presentes. Em todas as lojas é possível comprar os melhores e mais caros presentes para alegrar os outros. Mas o maior e mais singular presente veio do próprio Deus, quando Ele deu a Si mesmo por nós através de Seu Filho Jesus Cristo. Este presente nunca perde seu valor e sua validade...
Gabriel não somente disse que Maria estava grávida pelo Espírito Santo de Deus como orientou José a chamar o filho de 'Jesus'. A razão para este nome, cuja raiz em hebraico significa 'salvar', é que aquele menino, haveria de salvar o seu povo dos seus pecados, conforme anunciou o anjo. Não precisamos ir mais longe do que isso para entender o significado do Natal. Está tudo no nome do Menino. No nome dele, Jesus, temos a razão para seu nascimento, a sua identidade e a missão de sua vida.
A palavra natal vem do latim natale, relativo ao nascimento. O mundo protestante define o natal como a celebração do nascimento de Jesus Cristo.Com o nascimento de Jesus nasceu a oportunidade de resgatar nossos sonhos e mais que tudo, nasceu a salvação de todas as raças e de todos os povos. É tempo então de celebração. Não a celebração mística ou de uma espiritualidade sem vida. Mas a celebração da salvação de nossas almas.
Há dois mil anos, ocorreu um nascimento ainda mais extraordinário, singular e miraculoso.Os efeitos desse evento não apenas dividiram nosso tempo em duas partes – a.C. e d.C. –, como também estabeleceram para sempre um testemunho vivo do amor e da fidelidade de Deus. Naquela noite nasceu o Messias.
O hábito de presentear no Natal, teve origem com o surgimento da data que significa nascimento, do latim: Natalis, no sentido de "ser posto no mundo". Os sábios, contudo, acabam se rendendo a criança e em ato profético, presenteiam a Jesus com ouro, incenso e mirra anunciando que nascera um Rei, Sacerdote e Salvador.
É lícito e conveniente participar, de modo prudente, das confraternizações natalinas com a família, os amigos, os colegas de trabalho, etc. Entretanto, em Mateus 2.1-12, aprendemos com os magos do Oriente a celebrar o verdadeiro Natal de Cristo
Sinceramente, um pai que, tendo condições, não presenteia o seu filho, nessa época, está agindo de modo extremado, provocando a ira dele (Ef 6.4). Imagine como reage a criança que ouve de um pai: “Não vou lhe dar presente de Natal porque esta festa é pagã e consumista, e eu não quero agradar a Leviatã”. Isso denota zelo e santidade, ou falta de equilíbrio e hipocrisia?