Falar sobre finanças parece ser algo muito pouco espiritual. Acontece, entretanto, que, na prática, não podemos ignorar o fato de que lidamos com esse assunto todos os dias.
O livro de Provérbios apresenta vários conselhos a respeito do uso apropriado do dinheiro. Tais orientações são bastante práticas, e úteis para os cristãos dos dias modernos. Na lição de hoje trataremos justamente a respeito desse assunto tão controvertido, e pouco discutido nas igrejas, e quando é feito, nem sempre se considera a totalidade das Escrituras.
Na Lição de hoje trataremos a respeito de dois assuntos fundamentais para o cristão - trabalho e prosperidade. O livro de Provérbios contem vários ensinamentos a esse respeito, por isso, abordaremos alguns aspectos desses tópicos com base nesse compendio de sabedoria. Ao final, avaliaremos tais ensinamentos a partir da visão cristã do trabalho e da prosperidade.
Ofertar no Novo Testamento era para ser, obviamente, algo sistemático (por meio da igreja) e sacrificial. O que significa que é uma parte básica do culto dar dízimos e ofertas à igreja que você frequenta. Isso é evidente em Atos, onde o culto corporativo tinha a oferta como um dos atributos centrais, e isso é confirmado em todas as epístolas também. Assim, ofertar é uma prática básica de piedade e o Novo Testamento ensina princípios fundamentais que deveriam guiar o modo como ofertamos. Aqui estão dez desses princípios...
Somos passado e presente e sem o que fomos, nada seríamos. José guardou os grãos de mostarda no terreno do seu coração, muito cedo. Ele olhava para secura, mas via os campos fartos. Mas ele não deixou de regar os minúsculos grãos, nem mesmo preso, caluniado. É provável que o tenham chamado de perdedor, fracassado. Mas havia algo de especial em José, ele guardou a fé, acreditou em Deus, mesmo quando tudo parecia dar errado. E se não fosse o passado cheio de dificuldades de José, como dizer que ele viveu um tempo de vitória?
Falar de crise é tocar em um ponto nevrálgico para muitos. É colocar o dedo na ferida das emoções e mexer nas cicatrizes do passado. Crise sempre foi uma palavra temida no Brasil e praticamente qualquer brasileiro com mais de 25 anos já sentiu na pele seus nefastos efeitos. E é disso que vou falar - vencer a crise. Foi o que Isaque fez, venceu a crise em meio ao deserto e cercado de hostilidade de seus vizinhos. Como ele fez isso? É o que vamos descobrir, juntos, a partir das próximas linhas. Me acompanhe.
As sementes possuem um poder silencioso capaz de reproduzir, multiplicar, perpetuar a espécie e frutificar, produzindo alimento. Elas são, geralmente, pequenas e discretas. Não têm aparência atraente. Não são coloridas nem perfumadas. Por isso, costumam ser desprezadas. Se distribuirmos bons frutos, muitas pessoas aceitarão de bom grado, mas, se oferecermos boas sementes, muitos rejeitarão.
A Bolsa de Valores sobe! Juros caem! Inflação voltará? Crise econômica preocupa o governo!. O servo de Deus precisa reconhecer que o dinheiro é uma ferramenta que deve ser empregada em boas obras, e não ser nosso senhor. Uma das táticas mais eficazes do diabo é apagar o zelo do cristão com preocupações financeiras.
O propósito da verdadeira prosperidade é uma das promessas divinas que tem sido mais distorcidas na atualidade: a promessa de prosperidade, que é, antes de mais nada, uma promessa espiritual e não material, como muitos estão a pregar.
Nós estamos plantando em todo tempo. Tudo o que nós fazemos são sementes: Palavras, pensamentos, dinheiro e atitudes. Iremos colher de acordo com o que plantarmos. Tudo começa com uma semente.
O que é colher cem? É não perder nada, nem uma parcela da porção que o Senhor nos tem reservado, é colher a totalidade - 100% da nossa porção e da nossa bênção.
Queremos bons frutos, bons resultados, em todas as áreas da vida, mas nem sempre valorizamos as sementes. Lutamos com as conseqüências por termos sido pouco atenciosos com as causas.