Um Chamado a Fraternidade

Romanos 1:11-12


Introdução

O que aconteceria se alguém visitasse a igreja em que você congrega e fizesse uma cuidadosa observação da forma que os irmãos vivem a comunhão entre si. Esse observador examina como nos relacionamos uns com os outros quando nos reunimos para adorar. Ele nota como nos associamos mutuamente fora dos cultos, a fim de verificar se realmente partilhamos de uma vida comum uns com os outros. Ele também observaria coisas simples como: nossa lealdade ao corpo, disposição, ou indisposição em prestar auxilio nas horas de necessidade, e do tempo que dedicamos na companhia de outros irmãos. Ele também daria atenção as pessoas que sentam uma do lado da outra nos cultos se realmente conhecem umas as outras. Com essa análise sendo realizada, o que descobriríamos a respeito de nós mesmos?

I - A FRATERNIDADE É INDISPENSÁVEL

Imaginemos se nossa congregação se transformasse num grupo de adoradores anônimos, se isso acontecesse perderíamos uma grande parte das bênçãos do Senhor. A cordialidade e o companheirismo tem um valor inestimável em nossa vida cristã comunitária (Romanos 1:11-12).

Quem tem a felicidade de frequentar uma igreja que vive cordialidade genuína, sabe que não podemos dispensar o senso de comunidade. A comunidade nos conforta em momentos de dor e de dificuldade, na comunidade fazemos amizades e construímos uma fraternidade insubstituível.

A fraternidade é maravilhosa, isso nós sabemos. Infelizmente muitos não conseguem ter uma união próxima na igreja. As pessoas estão muito ocupadas, muitos moram distante da igreja; isso se torna impedimento.

Na igreja muitos vão e muitos vêm, muitos se mudam e ficam pouco tempo no convívio dos irmãos, essa realidade nos tenta a não construir relacionamentos profundos com os irmãos.

Um outro ponto que nos impede de ter comunhão uns com os outros é o negligenciar o mandamento bíblico de viver uma vida em conjunto. O nosso tempo é caracterizado por muitos críticos sociais como o tempo do “EU”, isso significa que quando damos atenção exacerbada ao eu não conseguimos enxergar as necessidades alheias (I CO 12:14-16).

II – A BÍBLIA E A FRATERNIDADE.

A Palavra de Deus nos lembra repetidas vezes que nosso cristianismo não tem sentido se o vivermos isoladamente (I João 1:3 – Gálatas 2:9 – Filipenses 1:5). Essas passagens nos mostram o quanto a igreja do primeiro século valorizava a fraternidade como uma parte indispensável da vida cristã. Isso nos traz a memória um antigo pensamento que afirma que nosso cristianismo não foi planejado para ser vivido isoladamente. Em todo o Novo Testamento encontramos vislumbres da comunhão daquela igreja (I CO 12:13).

III – FOMOS CHAMADOS A FRATERNIDADE

As contínuas mudanças ocorridas em nosso tempo tiram da igreja o senso de comunhão. Esse problema foi resolvido na igreja do primeiro século quando os apóstolos encontraram a formula para convencer as pessoas de participar da vida comunitária do povo de Deus. Sociólogos de nosso tempo descobriram que a mobilidade e a falta de raízes produzem resultados negativos na vida social. Nesse ponto o papel da igreja se torna muito importante, lançando as bases dos relacionamentos saudáveis e enraizados, haverá resultados como vida familiar equilibrada e até mesmo a criminalidade diminuirá.

Conclusão: A igreja do primeiro século ofereceu comunhão aos que se achavam afastados dos seus e isso teve um resultado formidável. A Palavra de Deus nos chama para esse mesmo tipo de fraternidade hoje.

Devemos ser essa comunidade exclusiva que não se encontra em nenhum outro lugar, pois a igreja é o lugar mais seguro da terra

| Autor: Pr. Natanael Ribeiro | Divulgação: estudosgospel.Com.BR |


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