Se de Todo Te Calares


O capítulo 9.20 sugere que foi Mardoqueu o autor do livro de Ester.

O livro é um documento histórico porque registra a vida dos judeus que preferiram ficar na Babilônia após o exílio, sendo a única fonte histórica desse período.

• Trata da vida dos judeus que escolheram ficar na Babilônia após o cativeiro.
• Narra a história da escrava judia que se tornou rainha.
• Mostra a direção de Deus salvando o seu povo, transtornando as intrigas, enganos e traições nos bastidores de um palácio.

Destaca-se:

• O temor de Ester. Cap. 4.10-11.
• A autoridade, a fé e o desafio de Mardoqueu: “Se de todo te calares, socorro e livramento de outra parte virá para os judeus, mas tu e tua casa perecereis; quem sabe se para tal tempo como este chegaste a este reino?” (4.14.)
• A decisão corajosa de Ester. Cap. 4.15-17.
• Apesar de não registrar o nome de Deus, nota-se a Sua presença em todos os fatos narrados.
• A festa de Purim, instituída naquela ocasião, é comemorada até hoje, entre os judeus. Nesta ocasião o livro de Ester é lido publicamente. Cap. 9.20-22.
• É o único documento histórico existente sobre a primeira tentativa de perseguição ao povo judeu.

Neste contexto, os judeus estavam em grande aflição por causa do ódio de Haman, o agagita, conselheiro do rei Assuero. Ele planeava matar todos os judeus.

ASPECTOS DO CARÁTER DE ESTER

1. Obediência.

A Bíblia engrandece a obediência dos filhos aos pais (Ef 6.1-3; Mt 15.4). Sendo órfã (Et 2.15), Ester em tudo obedecia a Mardoqueu, seu pai adotivo. Certa ocasião, quando este lhe ordenou que não declarasse a que povo pertencia, a jovem não titubeou, obedeceu-o prontamente (Et 2.10,20). Mesmo casada, Ester permaneceu fiel às promessas que fizera a Mardoqueu, honrando-o em tudo (Êx 20.12). Mais tarde, ao receber o pedido de Mardoqueu para livrar seu povo do extermínio, Ester mais uma vez atendeu-o, mesmo consciente dos sérios riscos que correria (Et 4.8,16).

A independência e as novas funções exercidas pelos filhos na sociedade moderna não os impedem de respeitar seus pais, nem tiram destes a responsabilidade de admoestá-los (Et 2.11). Deus abençoa os filhos que seguem rigorosamente os sábios conselhos dos pais (Gn 7.7,13; 8.18).

2. Humildade.

Ester estivera algum tempo sob os cuidados de Hegai, guarda das mulheres (Et 2.8). Segundo a narrativa bíblica, ela poderia pedir-lhe o que quisesse, entretanto, contentava-se com o que lhe oferecia (Et 2.15). Quantos, no lugar de Ester, não se esqueceriam do Senhor, usufruindo das iguarias e dos recursos que estivessem à sua disposição. O conselho de Pedro em sua primeira carta, capítulo três, versículos de três a cinco, aplica-se perfeitamente à vida de Ester (Et 2.17).

3. Disposição.

É maravilhoso quando nos colocamos inteiramente nas mãos de Deus para realizarmos sua obra. Mas, infelizmente, nem todos estão dispostos a pagar o preço (Mt 19.16-22). Ester colocou sua vida em risco a fim de livrar seu povo do iminente extermínio (Et 4.16). Há muitos que não dedicam sequer parte do seu tempo ao serviço do Reino de Deus. Todavia, Deus continua convocando servos fiéis, dispostos a serem poderosamente usados em suas mãos.

4. Sensatez e Paciência.

Ester era cautelosa (Et 2.10,20; cf. Am 5.13) e paciente (Et 5.2,3,4-8; 7.1-6). Esperava o tempo de Deus com toda resignação (Et 7.5-10). A sensatez e a paciência têm salvado muitas vidas ao longo da história. São virtudes indispensáveis a todos os filhos de Deus (Sl 40.1; Rm 5.3,4; Pv 14.33). Foi exatamente em razão dessas qualidades que Ester fez sucumbir os malévolos projetos de Hamã (Et 7-8). Cumpriu-se em Ester o sábio provérbio: "O rei tem seu contentamento no servo prudente, mas, sobre o que procede indignamente, cairá o seu furor" (Pv 14.35).

Ester, judia casada com o rei Assuero, estava numa situação privilegiada para escapar à maldade de Haman, porém ela tinha responsabilidades para com o seu povo e Mardoqueu, seu tio, lhas fez lembrar -- "... não imagines em teu ânimo que escaparás em casa do rei, mais do que todos os outros judeus, porque, se de todo te calares, neste tempo, socorro e livramento (Deus) se enviará para livrar os judeus, mas tu e a casa de teu pai perecerão! E, quem sabe se para este tempo, e para um evento como este, chegaste a este reino..." (Ester 4:13-14).

Se lermos com a devida atenção o texto de Et 4:1-3 vemos que tanto Mardoqueu quanto a maioria dos judeus espalhados nas mais de 120 províncias da pérsia, iniciam um jejum, ou seja, Éster ainda está totalmente alienada dos fatos, e se for feita uma fila ela e suas moças são as ultimas da fila.

Et 4.1 Quando Mardoqueu soube tudo quanto se havia passado, rasgou Mardoqueu as suas vestes, e vestiu-se de um pano de saco com cinza, e saiu pelo meio da cidade, e clamou com grande e amargo clamor;

Mardoqueu, um homem humilde e temente a Deus. Primo da rainha Ester e fiel servidor do palácio (Et 2.5-7,21), Mardoqueu era um exemplo de autêntica humildade, confiança e obediência a Deus (Et 5.13,14). A despeito de ter sido promovido é exaltado pelo próprio rei, nenhum direito reivindicou; sequer exigira as glórias que lhe eram devidas, mas retornou ao trabalho cotidiano (Et 6.11,12), deixando tudo nas mãos do Senhor. Mais tarde, esse extraordinário homem foi honrado e reconhecido como protetor do povo judeu (Et 10).

Enaltecida pela Palavra de Deus (Mt 5.3; Sl 138.6), a humildade é uma virtude imprescindível a todo crente.

(V.2) e chegou até diante da porta do rei; porque ninguém vestido de pano de saco podia entrar pelas portas do rei.

(V.3) E em todas as províncias aonde a palavra do rei e a sua lei chegavam havia entre os judeus grande luto, com jejum, e choro, e lamentação; e muitos estavam deitados em pano de saco e em cinza. E devido a sua alienação, (ou falta de informação, como queiram) ela tenta ate interromper o jejum de Mardoqueu.

(V.4) Então vieram as moças de Ester e os seus eunucos e fizeram-lhe saber, com o que a rainha muito se doeu; e mandou vestes para vestir a Mardoqueu e tirar-lhe o seu cilício; porém ele não as aceitou. Ester não faz decreto algum ordenando jejum (decreto tem pergaminho, selo, etc) a todo o povo judeu (Faz um pedido a Mardoqueu, depois da dura profecia de morte contra ela. E só os da capital – Susã v:16).

O império persa era vasto e não havia internet nem email como hoje, e o tempo era escasso (apenas 3 dias). Em três dias não se cobriria uma distancia muito superior do Rio a Curitiba.

16 Vai, e ajunta todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais nem bebais por três dias, nem de dia nem de noite, e eu e as minhas moças também assim jejuaremos; e assim irei ter com o rei, ainda que não é segundo a lei; e, perecendo, pereço.

Outra coisa, o pedido dela não é para pessoa física e sim pela causa coletiva que vai levar ao rei, se não o final do verso 16 fica sem sentido (e, perecendo, pereço) denotaria falta de fé.

Aqui, sim ela é valente e corajosa. Esta dando a sua vida em favor do povo (ha uma possibilidade de 50% de que morra ou sobreviva, mesmo se não, valeria a pena fazer o que por certo fora colocada ali).

“Entraram, pois, o rei e Hamã para se banquetearem com a rainha Ester. Ainda outra vez disse o rei a Ester, no segundo dia, durante o banquete do vinho: Qual é a tua petição, rainha Ester? e ser-te-á concedida; e qual é o teu rogo? Até metade do reino se te dará. Então respondeu a rainha Ester, e disse: Ó rei! se eu tenho alcançado o teu favor, e se parecer bem ao rei, seja-me concedida a minha vida, eis a minha petição, e o meu povo, eis o meu rogo; porque fomos vendidos, eu e o meu povo, para sermos destruídos, mortos e exterminados; se ainda por servos e por servas nos tivessem vendido, eu teria me calado, ainda que o adversário não poderia ter compensado a perda do rei. Então falou o rei Assuero, e disse à rainha Ester: Quem é e onde está esse, cujo coração o instigou a fazer assim? Respondeu Ester: Um adversário e inimigo, este perverso Hamã! Então Hamã ficou aterrorizado perante o rei e a rainha. E o rei, no seu furor, se levantou do banquete do vinho e entrou no jardim do palácio; Hamã, porém, ficou para rogar à rainha Ester pela sua vida, porque viu que já o mal lhe estava determinado pelo rei. Ora, o rei voltou do jardim do palácio à sala do banquete do vinho; e Hamã havia caído prostrado sobre o leito em que estava Ester. Então disse o rei: Porventura quereria ele também violar a rainha perante mim na minha própria casa? Ao sair essa palavra da boca do rei, cobriram a Hamã o rosto. Então disse Harbona, um dos eunucos que serviam diante do rei: Eis que a forca de cinqüenta côvados de altura que Hamã fizera para Mardoqueu, que falara em defesa do rei, está junto à casa de Hamã. Então disse o rei: Enforcai-o nela” (Ester 7 1 a 9). “Naquele mesmo dia deu o rei Assuero à rainha Ester a casa de Hamã, o inimigo dos judeus. E Mardoqueu apresentou-se perante o rei, pois Ester tinha declarado o que ele era. O rei tirou o seu anel que ele havia tomado a Hamã, e o deu a Mardoqueu. E Ester encarregou Mardoqueu da casa de Hamã. Tornou Ester a falar perante o rei e, lançando-se-lhe aos pés, com lágrimas suplicou que revogasse a maldade de Hamã, o agagita, e o intento que este projetara contra os judeus. Então o rei estendeu para Ester o cetro de ouro. Ester, pois, levantou-se e, pondo-se em pé diante do rei, disse: Se parecer bem ao rei, e se eu tenho alcançado o seu favor, e se este negócio é reto diante do rei, e se eu lhe agrado, escreva-se que se revoguem as cartas concebidas por Hamã, filho de Hamedata, o agagita, as quais ele escreveu para destruir os judeus que há em todas as províncias do rei. Pois como poderei ver a calamidade que sobrevirá ao meu povo? ou como poderei ver a destruição da minha parentela? Então disse o rei Assuero ã rainha Ester e ao judeu Mardoqueu: Eis que dei a Ester a casa de Hamã, e a ele enforcaram, porquanto estenderá as mãos contra os judeus. Escrevei vós também a respeito dos judeus, em nome do rei, como vos parecer bem, e selai-o com o anel do rei; pois um documento escrito em nome do rei e selado com o anel do rei que não se pode revogar.

COMO LIDAR COM SITUAÇÕES ADVERSAS

1. Orando

(Cl 4.2; 1 Ts 5.17). Assim como a oração muda a história de um povo (Jn 3.10; Et 9), pode alterar o destino de uma pessoa (Is 38.5). A oração faz parte do nosso relacionamento com Deus. Através dela Ele se faz conhecido e nos revela seus eternos propósitos (Os 6.3; Jr 33.3). O verdadeiro cristão deve crer no poder de Deus para que, por meio de sua intercessão, as coisas aconteçam (Mt 21.22). “A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tg 5.16-18).

2. Jejuando

O jejum como disciplina orientada pelo Espírito Santo Jesus Cristo foi levado pelo Espírito ao deserto para jejuar - Mateus 4.2.

A. O jejum para buscar a vontade de Deus em assuntos específicos
Os israelitas jejuaram para determinar a direção de uma batalha - Juízes 20.26. Paulo e Barnabé jejuaram para escolher anciãos - Atos 14.23.

B. O jejum no arrependimento de pecado
Os israelitas jejuaram, arrependeram-se e deixaram falsos deuses - I Samuel 7.6. Davi jejuou e arrependeu-se de seu pecado - II Samuel 12.16,21, 23. Acabe jejuou e arrependeu-se por causar a morte de Nabote - I Reis 21.27. Depois de ouvir a Palavra, os israelitas jejuaram e confessaram – Números 9.1-3. Daniel jejuou e confessou seus pecados e os de Israel - Daniel 9.3-11. Joel promulgou o jejum para Israel para arrependimento - Joel 1.12,15. A população de Nínive se arrependeu com jejuns - Jonas 3.5.

C. O jejum pela obra de Deus
Pela condição assolada de Jerusalém e pela obra do Senhor - Neemias 1.4.

D. O jejum para libertação ou proteção de Deus
Josafá e Judá jejuaram para libertação e proteção na batalha - II Crônicas 20.3. Esdras e o povo jejuaram para libertação - Ester 8.21-23. Os judeus jejuaram por livramento após o decreto de Assuero - Ester 4.13-16. O povo jejuou após o livramento de Deus do plano de Hamã - Ester 9.31.

E. O jejum para humilhar-se diante de Deus
Davi se humilhou diante do Senhor com jejuns - Salmo 69.10-13.

F. O jejum como parte da adoração e do louvor
Ana adorava com jejuns e orações diariamente - Lucas 2.37. A Igreja Primitiva jejuou e serviu o Senhor - Atos 13.2-3.

G. O jejum no momento da aflição
Os israelitas prantearam e jejuaram a morte de Saul - I Samuel 31.13, II Samuel 1.12. Davi jejuou na doença de seu filho - II Samuel 12.16, 21-23.

3. Confiando em Deus.

Jesus nos advertiu da urgente necessidade de vivermos em constante oração e comunhão com Deus (1 Co 1.9; 2 Co 13.13; Fp 2.1). A tendência do ser humano é desesperar-se diante das circunstâncias adversas. Isso pode acontecer com qualquer um de nós. Mas a vitória só será concedida àqueles que confiarem integralmente no Senhor (Sl 118.8,9).

Sadraque, Mesaque e Abednego foram pressionados a negar a Deus, mas escolheram ser-lhe fiéis sem importar o que acontecesse.

Confiavam em Deus para salvá-los, mas estavam determinados a ser fiéis a despeito das conseqüências. Se Deus sempre resgatasse aqueles que lhe são fiéis, os cristãos não precisariam de fé. A religião seria uma grande apólice de seguro e haveria filas de pessoas egoístas e interesseiras prontas para fazer parte dela.

Devemos ser fiéis e servir a Deus, quer Ele interfira em nosso favor, quer não. Nossa recompensa eterna é digna de qualquer sofrimento que venhamos suportar. Estava evidente para os que observavam que esta quarta pessoa era sobrenatural. Não se pode afirmar com certeza quem era o quarto homem. Poderia ter sido um anjo ou o próprio Jesus Cristo. Em ambos os casos, Deus enviou um visitante celestial para acompanhar estes três homens fiéis em sua grande provação.

O livramento que Deus deu a Sadraque, Mesaque e Abednego, foi uma grande vitória de fé para os judeus que estavam no cativeiro. Eles foram protegidos do mal, confortados na provação. Deus foi glorificado e eles, recompensados.

No texto de Juízes 6, o povo de Israel estava passando por uma crise profunda, sendo subjugado pelos midianitas e amalequitas, a situação era caótica (v.2). E, no meio daquela dor, encontramos algo de positivo. Os filhos de Israel clamaram ao Senhor por socorro. No meio da sua angústia, você tem clamado ao Senhor? Tem buscado a face Dele?

Quando o povo clamou, Deus começou a procurar alguém que Ele pudesse usar. Então o Senhor enviou um anjo que se colocou embaixo de uma árvore e ficou a observar quem Deus poderia usar (v.11). E o anjo encontrou um jovem simples chamado Gideão, e o chamou de varão valoroso, que significa, “você tem valor aos olhos de Deus”.

Hoje o Senhor está procurando homens e mulheres que possam ser usados em suas mãos para libertar quem esteja sendo escravizado pelo maligno. Deus acreditou em Gideão porque viu nele alguém que não se conformava com aquela realidade de escravidão. Talvez, aos olhos humanos, você não tenha nenhum valor, mas Deus olha para o coração. Ele não olha nem para o seu passado, mas olha para o seu presente e projeta um futuro de bênçãos em Suas mãos.

Gideão era frágil e com uma fé pequenina. Quando ele ouve o desafio de Deus de livrar os filhos de Israel, nem ele mesmo acreditava em si, tal a situação deplorável em que vivia (v.15). Mas o seu coração era inconformado com a situação do seu povo, e foi este que Deus quis usar. O Senhor deseja lhe libertar para que você liberte outros desse mundo pecaminoso e mau.

Mas Deus encontrou algumas qualidades na vida de Gideão que são necessárias em nossas vidas também. A primeira coisa é que Deus deseja ver se estamos desprendidos, se não existem amarras em nossas vidas que nos impossibilite de servi-lo. Em segundo lugar, Deus encontrou em Gideão um homem que gostava de ofertar ao Senhor (v.18). Quantos não recebem sua vitória por terem as suas mãos fechadas! Como esperamos receber de Deus se não existe da nossa parte um ato de gratidão? Deus está esperando o seu presente.

O LIVRAMENTO DOS JUDEUS (Ester 6-10)

O livro de Ester termina com a narrativa do estabelecimento da festa de Purim e a elevação de Mordecai ao posto deixado vago por Hamã (Ester 10.3). Mordecai tornou-se o segundo homem do império persa. A festa de Purim deveria ser celebrada anualmente. É sempre inspirada na dramática história de Ester.

O fato de ser celebrada ainda hoje confirma a sua autenticidade. A festa não comemora tanto a queda de Hamã como o livramento do povo. Era o Dia de Ações de Graça para o povo escolhido. Embora tivessem abandonado a Deus, ele os havia poupado. Livramento parece ser a nota dominante da história dos judeus. Deus sempre livrou essa nação do perigo e da servidão. Ainda hoje Deus libertará seu povo na hora da aflição.

O livro de Ester é um elo importante numa cadeia de acontecimentos que narram o estabelecimento da nação hebraica de novo em sua própria terra como preparação para a vinda do Messias. Os judeus tinham escapado do extermínio. O propósito de Deus era que fossem preservados a fim de que por eles viesse o Salvador ao mundo.

Nenhum outro livro da Bíblia ilustra tão poderosamente a providência de Deus ao preservar o povo judeu a despeito do ódio demoníaco dos seus inimigos.

Mardoqueu usado por Deus sinalizou numa frase de efeito a expressão bastante relevante: Se te calares doutra parte virá livramento; mas quem sabe se para tal tempo não fostes enviada?(por Deus); se você é um vaso de Deus jamais espere que Ele deixe de te usar como instrumento vivo em suas mãos.

Lembre-se de Jonas, que de nada adiantou tentar fugir de sua responsabilidade. Assim como ele Deus não abre mão de você. A rainha Ester foi o instrumento que Deus preparou para promover o livramento da nação de Israel; então ela não poderia se omitir de sua responsabilidade, mas se isso viesse a ocorrer doutra parte viria o livramento; no entanto a responsabilidade era toda dela naquele momento e foi exatamente isso que o seu primo Mardoqueu lhe transmitiu. Não deixe passar de você para outras pessoas a responsabilidade de ser um canal de bênçãos e livramento para todo o povo de Deus através de suas orações intercessões e até mesmo indo para o campo de missões pregar o evangelho.

|  Autor: Jânio Santos de Oliveira  |  Divulgação: estudosgospel.com.br |