Pessoas há que se acostumam com o cativeiro, gostam da condição de escravas. Insondáveis mistérios da alma humana. Os excluídos não raro preferem a escuridão das cavernas à luz da liberdade.
Estamos vivendo os tempos da misericórdia, que Paulo chama de ministério da justiça, visto sermos ou termos sido justificados pela fé, que somos declarados justos diante de Deus por causa de Cristo, que tomou sobre Si as nossas iniqüidades.
O propósito de Cristo é que o reino de Deus e o seu poder estejam próximos, isto é, presentes, para levarem a salvação, a graça e a cura ao povo de Deus.
"Aqueles que se dedicam a Cristo como Senhor, e que um dia entrarão no reino do céu, hão de sofrer “muitas tribulações” ao longo do seu caminho."
Pois ele fez coisas maravilhosas, e, para os que aceitam a verdade com prazer, foi um mestre. Atraiu a si muitos judeus, e também muitos gregos. Foi ele o Messias esperado; e quando Pilatos, por denúncia dos notáveis de nossa nação, o condenou a ser crucificado, os que antes o haviam...
Apesar da minha fé, nunca obedeci totalmente aos Mandamentos de Cristo.
Paulo repreende os gálatas por terem-se afastado da verdade da justificação pela fé e diz-lhes que a experiência espiritual deles não tinha nenhuma conexão com a sua observação da Lei
Se dermos o dízimo em cumprimento à lei, só podemos dar dez por cento. Mais do que isso é transgressão da lei. Se contribuirmos com um valor proposto em nossos corações e conforme nossa prosperidade, podemos dar mais de dez por cento, ou menos, dentro dos critérios da Nova Aliança em Cristo Jesus. Vivemos sob a égide do Evangelho da Graça e não sob a escravidão da lei.


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