Há um grupo de cristãos que se pudessem, arrancariam determinadas páginas da Bíblia. Há um movimento do Evangelho que só prega bênçãos, e quando sobrevêm as tribulações, não suportam e agem exatamente como aquele homem que edificou a sua casa sobre a areia e desceu a chuva e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda.
Tudo foi feito como o Senhor Deus ordenara a Moisés (Ex. 39 e 40). Seus construtores, Bezaleel e Aoleabe o fizeram em detalhes, minuciosamente - Ex. 31:1-6.
Nos dias hodiernos, como nunca na história da Igreja, necessitamos da presença crucial de alguns estrategistas do Senhor que possam planejar, de tal maneira, que venhamos terminar a tarefa de evangelizar todos os povos, línguas, tribos e nações em nossa geração.
A confiabilidade do evangelho de João é atestada por manuscritos e artigos mais do que qualquer obra literária da antiguidade, o que incomoda bastante os céticos. Uma, evidência adicional da autenticidade deste importante evangelho é o fato de ele ter sido aceito imediatamente por todos os líderes da igreja primitiva. A Bíblia é, com certeza, o livro mais lido e amado no mundo, e dos livros do Novo Testamento, o preferido é o evangelho de João.
A Bíblia diz que Deus viu que o homem estava só, e fez para ele uma companheira utilizando-se de uma costela. Não foi feita a partir de um osso da cabeça para comandar, e nem de osso do pé para ser pisada, mas de uma costela, que está no meio do corpo, para lhe ser igual, e de perto do coração, para ser amada.
O salmista nos ensina a reter as sagradas letras em nossos corações para não pecarmos contra o Senhor (Sl 119.11). Um conselho simples de entender e, talvez, não tão simples de praticar.
O ateu, para o filósofo, era como o cavaleiro solitário a pregar a esperança, apesar de toda a ausência de garantias. Esse discurso ainda sobrevive e dá muito ibope entre os teóricos modernos.
É deveras curioso como é possível notar, em alguns grupos religiosos heterodoxos, títulos copiosamente ortodoxos. Um dos exemplos mais contundentes dessa observação encontra-se na pseudo-igreja cristã mórmon, cujo nome reclama sublimes conceitos bíblicos: “Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias”.
Muitos nos julgam erroneamente por pensarem que estamos empurrando mais religião em suas vidas, quando só estamos falando de verdades bíblicas que nos libertam da religiosidade.
Pessoas há que se acostumam com o cativeiro, gostam da condição de escravas. Insondáveis mistérios da alma humana. Os excluídos não raro preferem a escuridão das cavernas à luz da liberdade.
Estamos vivendo os tempos da misericórdia, que Paulo chama de ministério da justiça, visto sermos ou termos sido justificados pela fé, que somos declarados justos diante de Deus por causa de Cristo, que tomou sobre Si as nossas iniqüidades.
O propósito de Cristo é que o reino de Deus e o seu poder estejam próximos, isto é, presentes, para levarem a salvação, a graça e a cura ao povo de Deus.