Tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava de ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu- o inteiramente, encravando-o na cruz; e, despojando os principados e as potestades, publicamente os expôs ao desprezo, triunfando deles na cruz. Colossenses 2:14-15.
Os apóstolos Pedro e Paulo tinham muito a dizer a respeito da submissão às autoridades, aos patrões e cônjuges. Porém, o ponto relevante – a questão final – é que todas as pessoas, em particular os crentes, devem prontamente e de boa vontade submeter-se a Deus.
Quando alguém reprova qualquer conduta, dizendo que Deus não aprova, estas pessoas libertinas já têm a resposta na ponta da língua: 'Todas as coisas são lícitas' e pronto! Não precisa provar mais nada!
Assim como as vestes sacerdotais eram compostas de várias peças, umas sobre as outras, o Senhor nos concede ainda a armadura de Deus (Ef.6) e o revestimento do Espírito Santo (Lc.24.49). Assim, estamos protegidos contra todo mal.
Há sempre beleza para os que amam, do caos advém o Paraíso, não foi assim que surgiu o Éden? Quem poderia imaginar que no sofrimento da Cruz, do Cristo humilhado, ferido e injustiçado estaria a Redenção da humanidade?
Crescer continuamente é uma prerrogativa indispensável para a continuidade da relevância do ministério cristão. Pastores, mestres, pregadores e todos aqueles que desenvolvem um ministério na igreja precisam estar conscientes desta necessidade.
Não sabeis vós que sois o templo de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? Se alguém destruir o templo de Deus, Deus o destruirá; porque o templo de Deus, que 'sois vós', é santo.  1Corintios 3:1,17
No meio do jardim estavam a árvore da vida e a árvore da morte. É verdade que esta última foi apresentada como 'árvore do conhecimento do bem e do mal'. Porém, Deus advertiu: 'No dia em que dela comeres, certamente morrerás' (Gn.2.17).
O banquete estava servido com iguarias daquela época. Quando de repente Maria, irmã de Lázaro se aproxima e derrama um vaso de alabastro sobre a cabeça de Jesus.
Conforme os fatos inquestionáveis, fica instituído o tão comentado Tempo da Graça, ou seja, o favor imerecido de Deus para com os homens, onde o Apóstolo Paulo deixa sua contribuição gloriosa para que nosso entendimento não vacile.
'Meu Deus, Meu Deus, por que me desamparastes'. Alguns pregadores ensinam que Deus não pôde suportar o pecado e, por um momento no tempo, a unidade do Pai e Jesus foi separada na cruz. Alguns pregam que a separação entre Jesus e o Pai significa que Cristo morreu espiritualmente, mas será que foi isso?
Aqueles que perseverarem e permanecerem firmes na fé, até o fim, viverão e reinarão com Cristo. Cristo rejeitará, no dia do juízo, aqueles que não perseveraram e os que o negaram por palavras ou ações.