Não bastou a Pedro conviver com o Filho de DEUS, assim como não basta a ninguém constar da lista de membros de uma congregação para se livrar dessa peneira. Sem a intercessão de Jesus Cristo, o destino certo da humanidade seria a ciranda do inimigo.
Quando lemos os quatro evangelhos encontramos algo comum em todos eles a crucificação de Jesus. Todos os evangelistas trouxeram palavras que o Senhor proferiu enquanto esteve naquela cruz. Ao todo o Senhor proferiu sete palavras ou sete brados que para nós tem uma grande importância...
As Sagradas Escrituras nos ensinam a evitar os maldizentes, à deixar pra tráz tudo o que nos impede de crescer: '...não vos associeis com alguém que, dizendo-se irmão, for impuro, ou avarento, ou idólatra, ou maldizente, ou beberrão, ou roubador; com esse tal, nem ainda comais'. (1 Coríntios 5.11). Desta forma, venceremos e continuaremos a crescer no Senhor.
Quem sou eu?, O que direi?, Eles não crerão!, Eu nunca fui eloqüente, Envie aquele que hás de enviar, menos a mim!. Quando Moisés pediu que Deus enviasse outro, o Senhor se irou contra ele. Depois de todas as desculpas, Moisés fez o que Deus pediu. O poder não está em nós, porque realmente não somos ninguém. O poder está em Deus.
Ao comissionar os seus, Cristo falou dos corações dos homens como um campo, e seu evangelho como a semente a ser espalhada por toda parte. Que tipo de semente você está plantando?
Pessimismo não é bom, mas igualmente perigoso é o realismo. Movidos pelo medo, muitos fecham os olhos para a realidade ou preferem ignorar a verdade. Os conflitos e a crescente incerteza entre os povos, são um evidente alerta de Deus. Ao invés de fechar nossos olhos para a realidade que nos cerca, deveríamos abri-los para ver e aceitar a ajuda que o Senhor oferece.
O grande desafio do Corpo de Cristo é a unidade entre os membros. A Igreja jamais crescerá integralmente se não existir unidade entre os membros do Corpo. A divisão de forças promoverá o enfraquecimento de todo o grupo. É o contínuo esforço para a convivência harmoniosa com Deus e com o próximo que promove o aperfeiçoamento das práticas cristãs e a participação nos privilégios da comunhão.
A morte de Jesus na cruz foi também a nossa própria morte, para que vivêssemos em novidade de vida no Espírito. E sabemos que esta morte que nos faz alcançar a justificação que é sempre e somente pela fé, se torna eficaz quando mortificamos diária e realmente o nosso velho homem. É fazendo morrer o velho homem que faz nascer a verdadeira vida de Cristo que se manifesta na nova criatura criada em justiça segundo Deus.
A amargura é um veneno que pode se desenvolver e crescer dentro de uma pessoa. Ela pode ser provocada por inúmeras circunstâncias, inclusive - desencorajamento, desesperança, inveja e ciúme. A amargura tem potencial para consumir uma pessoa e drenar-lhe a espiritualidade.
Alguns comentários de Deus podem surpreender homens orgulhosos. A habilidade do homem, inclusive a capacidade de conquistar dinheiro e poder, não impressiona o Senhor. Deus valoriza pessoas comuns e insignificantes tanto que preparou um descanso celestial e eterno para todos que lhe obedecem.
A vida cristã é graça do princípio ao fim. O Deus de toda graça nunca cessa de derramar Seu favor sobre aqueles a quem Ele ama. Às vezes, Sua misericórdia pode estar velada, mas olhando para trás, fica claro que Ele nunca se esqueceu de ser bom.
A terra contaminada é como uma carcaça que atrai corvos. Ela trai demônios e argumentos espirituais. Lugares que sofreram tais contaminações, tornam-se lugares tristes, escuros, ou até mesmo desertos. Habitar nestes lugares é no mínimo insuportavel.


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