A primeira vez que ouvi falar dos desigrejados fiquei um pouco confuso. De início, supus tratar-se dos sem-igreja. Afinal, há milhões de pessoas que ainda não foram alcançadas pelo Evangelho. Descobri, depois de alguma pesquisa, que os desigrejados compõem um grupo enorme de evangélicos que, decepcionados com a igreja, alegam servir apenas a Cristo. Eles têm inclusive uma confissão de fé - 'Jesus, sim; Igreja, não'.
O exemplo quanto à conduta na Casa de Deus durante o culto deve partir dos pastores e demais obreiros que ocupam a plataforma. Aquele que conversa ou se comporta indevidamente no púlpito é irreverente, contraditório, intemperante, sem controle. Também é reprovável o mau costume de certos obreiros ficarem subindo e descendo da plataforma sem uma imperiosa razão que justifique isso. Precisamos de um culto mais solene, mais espiritual e mais pentecostal. O que está acontecendo em certos lugares é algo estranho, que nos leva a perguntar - 'Que Deus é esse de vocês, que recebe esse tipo de culto, inferior, deturpado e misto?'
Em Isaías 9.7 o profeta testifica o que Emanuel, a criança chamada de Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz fará um dia - Para que se aumente o seu governo, e venha paz sem fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reino, para o estabelecer e o firmar mediante o juízo e a justiça, desde agora e para sempre. O zelo do Senhor dos Exércitos fará isto!
Aprendemos com a mensagem de Ageu que é possível reconstruir o que foi destruído por causa dos nossos pecados. Não apenas é possível a reconstrução de vidas, casamentos, famílias, ministérios, etc., mas a reconstrução pode vir também acompanhada de algo melhor e maior do que aquilo que existia antes, pode vir acompanhada de um tempo de paz. É a graça de Deus que possibilita tudo isso aconteça para a sua glória.
Os teólogos de Westminster respondem; 'Pecado é qualquer falta de conformidade com a lei de Deus ou qualquer transgressão dessa lei'. Na minha opinião, este é o mais completo conceito de pecado pois se baseia no vocabulário bíblico. Este estudo tem como objetivo apresentar o ensino bíblico sobre o pecado na vida do homem.
A cura para um espírito tão orgulhoso é ver o que o céu é para aqueles que encontram misericórdia em Cristo. O inferno é para aqueles que nunca clamaram por misericórdia. A armadura diabólica apenas lhe manterá seguro em seu caminho para o inferno. Satanás está exposto como um mentiroso. Ele tem sido um mentiroso desde o começo (Jo 8.44). Ele é forte, mas, graças a Deus, Cristo é mais poderoso. Com o dedo de Deus, ele expulsa Satanás, e por sua graça ele nos retira a armadura diabólica.
O mundo cristão está cheio de moralistas, de pessoas que vivem um evangelho muito diferente daquele pregado e ensinado por Jesus. O moralista jubila com a queda alheia, pois isso fortalece o seu senso de justiça própria. O misericordioso chora diante da mesma situação, pois entende ser passivo do mesmo erro. Não se intimide com os moralistas. Apegue-se ao Deus de toda a misericórdia e aos misericordiosos, pois estes com certeza estarão sempre dispostos a perdoar, acolher e amar.
Se um poço de água suja, ou uma cisterna, não receber em si, novas correntezas, o destino é a poluição tal que pode levar à morte. Se em qualquer recipiente de águas paradas, lançarmos água limpa, a natureza, o teor do liquido mudará para melhor. Nenhum homem poderá ser o mesmo se receber em si mesmo a Fonte que é Jesus. Sua natureza poluída será transformada pelo jorrar das águas. Se estamos assim, com cântaro nas mãos, junto ao poço de Jacó ou bebendo de cisternas rotas, a solução se apresenta em Jesus, a Fonte que garante saciar de uma vez por todas toda nossa sede.
Não pode haver felicidade em uma casa onde alguns são honrados e muitos são desprezados, onde os que foram chamados para se destacar como serviçais, ou seja, os denominados - Apóstolos, pastores, doutores, bispo e tantos outros títulos, preferem serem servidos a servir alguém, preferem comer primeiro, entrar primeiro e nunca ficar por último. Mas esta questão está longe de terminar, pois a palavra de Deus revela que esta disputa insana, tem seu inicio dentro de casa, na educação familiar onde de geração a gerações somos ensinados a só pensar em nós e nunca no próximo.
Porquanto há inumeráveis almas e mentes que estão como uma terra fértil aguardando a boa semente da palavra de Deus para gerarem muitos frutos. São pessoas que estão ansiosamente esperando pela Salvação de Deus; e onde estas pessoas estão: pelas ruas e valados, em lugares de difícil acesso, às vezes são mancos e coxos, não andam sem a devida ajuda, outros são pessoas boas e outros se tornaram pessoas muito más, mas, diz a voz do SENHOR DEUS para seus servos - 'Força-os a entrar'.
Existe um pecado que ninguém no nosso mundo realmente quer discutir. É um pecado elegante, que alimenta nossos grandes movimentos sociais e se tornou um motor da nossa política. É o pecado da inveja. Inveja é um pecado traiçoeiro. Ainda assim, não pregamos sobre ele. Nós não alertamos sobre seus perigos. Pelo contrário, deixamos a inveja reinar em nossa cultura, porque ela movimenta nossa economia.
A graça, a bondade, o perdão, o amor e a longanimidade de Deus não devem ser abusados. Deus é Deus de oportunidades, mas a próxima poderá ser a última. Quando se abusa da tolerância divina é possível ser rejeitado pelo Senhor, ser abandonado, ser vomitado pelo Senhor e se privar de seu perdão. O livro do profeta Naum nos serve de alerta quanto aos perigos de se “brincar” com Deus, de não levá-lo a sério.


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