O rei Davi escreveu no Salmo 23 sobre sua passagem pelo vale da 'sombra da morte'. Esta é provavelmente uma metáfora para as provações da vida em geral. Nesta vida enfrentamos provações. Estamos constantemente expostos a uma série de  pressões. No entanto, podemos utilizar várias estratégias para diminuir os efeitos de uma tensa carga emocional. Ore e derrame-se diante de Deus, Ele ouve nossas preces e compreende nossa dor.
Além das palavras e dos sonhos de José, também a sua vida, as experiências, a humilhação e as ações têm significado profético. Através da vida de José vemos reluzir, de maneira cristalina, a vida do Senhor Jesus aqui na terra. Certamente todos conhecemos este fato - quando ele procurou seus irmãos, acabou sendo rejeitado por eles. Ele foi humilhado, jogado numa cisterna e, posteriormente, na prisão. Assim como o Senhor Jesus, também José foi primeiramente vendido e posteriormente, exaltado, sentou-se no trono.
A historicidade do Dilúvio não está limitada ao livro de Gênesis. O autor do livro de Jó, por exemplo, refere-se à grande inundação como algo destrutivo e real. Davi, por seu turno, menciona-o como resultado da soberania divina. Tendo este como figura de grandes tragédias, Isaías a ele se reporta como advertência aos ímpios. Não são poucas as evidências antropológicas, históricas e científicas, que atestam a realidade do Dilúvio. Examinando-as, os que optam pelo bom senso logo concluem pela historicidade da inundação universal de conformidade com o relato bíblico.
Tornar-se um cristão não se trata simplesmente de autoaprimoramento. Mas Cristianismo é sobre uma centena de verdades específicas que ensinam nossas mentes e tocam nossos corações – verdades sobre Deus, Cristo, pecado e salvação. Quando você abraça a cosmovisão bíblica do Pai, Filho e Espírito Santo; Criação, Queda, Redenção e Consumação; Redenção consumada e aplicada – quando seu coração exultar por tudo isso, então você dará fruto. Mas nunca espere parecer com Estevão se você deseja o fruto sem a árvore.
O comportamento dos pregadores e a reação do público se parecem muito com o teatro de bonecos. O manipulador, nessa modalidade teatral, é aquele que dá vida e expressão aos bonecos nos seus mais variados formatos. Nos grandes congressos evangélicos, a diferença é que o manipulador é chamado de pregador , e o objeto de sua manipulação são multidões incautas.
A luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz porque as obras deles eram más. Enquanto há gente que tem medo de escuro, há outros que têm pavor da luz. Há certo conforto em se viver nas trevas. Podemos esconder nossas verdadeiras intenções, camuflar nossos sentimentos, justificar nossa conduta. Porém, quando as trevas se dissipam, vemo-nos expostos à avaliação de Deus e apreciação dos que nos rodeiam. Aos olhos de Deus somos todos translúcidos.
Um dos grandes detalhes desse texto (Mt 4.1-11) é que foi o Espírito quem levou Jesus ao deserto para ser tentado, o que nos mostra que, num mundo caído, não há espiritualidade verdadeira sem a experiência do enfrentamento de tentações. Somos tentados todos os dias. A vida de Jesus foi a mais intensa manifestação do amor de Deus. Através da experiência humana de Jesus, podemos conhecer ângulos incríveis da natureza de Deus. A espiritualidade que Jesus viveu precisa ser imitada por seus discípulos na atualidade.
Imagino os servos israelitas andando no meio do seu povo, com orelhas furadas. Sem emitir som, ou gesto, sem alarde, todos identificavam - 'Eis um escravo, quem é teu senhor?' Assim se faz ao cristão, suas obras o denunciam... Saiba que Deus o ama e te convida a ser um escravo de orelha furada, que mesmo sendo liberto continua servindo Seu Senhor, por amor. Ele pagou sua dívida, livrando-o do inferno, perdoando toda sua culpa. Ele te chama para algo novo e melhor, para a liberdade.
Jesus disse aos seus discípulos - 'Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens' (Mateus 4.19). A implicação é que se realmente estamos seguindo, estaremos pescando homens. As últimas palavras de Jesus foram 'Portanto ide, fazei discípulos de todas as nações…' (Mateus 28.19). Não subestime como Deus pode usá-lo. Siga a Cristo e Ele o fará um pescador de homens.
O reavivamento é sempre uma obra da misericórdia de Deus. A misericórdia de Deus é o quarto segredo de um avivamento (Lm 3:22), pois, 'O grande amor de Deus nunca termina. A única razão por não sermos completamente destruídos é a misericórdia do Senhor'. Não merecemos, mesmo assim Ele nos reaviva. Todo reavivamento ocorrido através da história é obra da misericórdia divina.
Muitas vezes nos perguntamos o porquê do estudo bíblico, não seria o suficiente para nossas vidas as pregações e palavras ditas nos cultos? Desprezar os ensinos bíblicos é o mesmo que desprezar uma lanterna em um túnel totalmente escuro, cujo qual você precisa atravessar, em outras palavras é o mesmo que desprezar o caminho para a salvação.
Apostatar significa cortar o relacionamento salvífico com Cristo, ou apartar-se da união vital com Ele. Sendo assim, a apostasia individual é possível somente para quem já experimentou a salvação, a regeneração e a renovação pelo Espírito Santo; não é simples negação das doutrinas ela pode envolver dois aspectos distintos, a apostasia teológica, que a rejeição de todos os ensinos originais de Cristo e dos apóstolos ou dalguns deles; e a apostasia moral, quando o que era crente deixa de permanecer em Cristo e volta a ser escravo do pecado e da imoralidade.