Na aula de hoje meditaremos a respeito da perspectiva do Apóstolo, que sabia discernir o passado, por isso tinha alegria no presente, e o mais importante, esperança no futuro. Veremos que as adversidades não foram capazes de diminuir a grandeza do evangelho, considerado, pelo próprio Paulo, uma boa nova, a proclamação da Palavra de Deus, que fora encarnada em Jesus Cristo.
Refidim representa aquele ponto em que já passamos da metade do caminho, estamos mais próximos de nosso destino do que de nosso ponto de partida, porém, ainda podemos retroceder ou avançar. Que Refidim seja para nós a última parada antes do paraíso, um lugar de descanso e refrigério, e jamais um lugar de contendermos com Deus. Que as águas fluam, não por havermos espancado a rocha, mas por havermos obedecido a Palavra do Senhor.
O oásis é o prenúncio de que um dia o deserto inteiro florescerá. Do ponto de vista natural, o oásis é um foco de resistência da natureza ao processo de desertificação. As águas que irrompem no oásis não vieram do nada. De maneira discreta e subversiva, elas percorreram um longo caminho sob a areia escaldante do deserto, até encontrarem o lugar perfeito para arrebentarem. Tal é o percurso do rio de Deus e seus afluentes no mundo. Em breve, ele arrebentará e irrigará todo o deserto.
Os líderes religiosos do tempo de Jesus estavam familiarizados com a história da rainha. Eles a haviam ensinado nas sinagogas, e sabiam tudo do desespero dela para encontrar Salomão. Agora Cristo usava a história dela para adverti-los - 'Esta mesma rainha do sul lhes condenará diante do Pai. Ela veio dos confins da terra para ouvir a sabedoria de Salomão. E eis que alguém maior do que Salomão está na sua frente agora'. Se Alguém maior do que Salomão está no meu meio, haveria a possibilidade de Ele me deixar confuso? Se a sabedoria dEle está sempre à disposição, será que eu a busco tão apaixonadamente quanto a rainha buscou a sabedoria de Salomão?.
O Salmo 45 é um cântico que representa um matrimônio, prefigurando profeticamente o relacionamento de Cristo com sua noiva: a Igreja. O escritor de Hebreus também faz referência a este Salmo, para descrever Jesus como Messias (Hebreus 1:8-9). O músico Masquil, salmista, inspirado pelo Espírito Santo, descreve a majestade e graça de um valente rei que cavalga em corte para rainha. Uma rainha separada, entre as muitas filhas de reis, a que por amor, deixa a casa dos pais para contrair matrimônio. E esse matrimônio é repleto de simbolismos, e riqueza.
Parada obrigatória, desejada por todo caminhante do deserto, o oásis é um lugar de recobrar as forças. Muitos, no afã de encontrá-lo, acabam sendo enganados por uma miragem. Tão logo avistam o que parece ser um lago cercado de palmeiras, saem correndo, e ao mergulharem dão de cara com a areia. Além das constantes intervenções divinas, garantindo provisão, o povo hebreu passou por vários Oásis, entre os quais, o Oásis de Mara, o Oásis de Elim e o Oásis de Refidim. Cada um desses Oásis representa uma etapa de nossa jornada espiritual. 
Se quisermos um crescimento com profundidade, temos de nos voltar, com urgência, ao Cristo anunciado pelos santos apóstolos - morto, crucificado e ressurreto. O Jesus do Calvário é insubstituível e inimitável. Se agirmos assim, nosso crescimento terá a profundidade do rio de Ezequiel. De caudaloso e insondável, terá de ser transposto a nado. Basta de pregarmos o que o povo quer ouvir. Falemos o que as pessoas precisam escutar.
A reconciliação não é algo a ser praticado somente entre nós e Deus, mas também para com nossos irmãos. Reconhecemos, que, à semelhança da cruz, também temos duas linhas do fluir da reconciliação: a vertical (o homem com Deus) e a horizontal (entre os homens). O mesmo perdão que recebemos de Deus deve ser praticado para com nossos semelhantes. Se fluímos com o Pai Celestial no mesmo espírito perdoador, permanecemos na reconciliação alcançada pelo Senhor Jesus. Contudo, se nos negamos a perdoar, interrompemos o fluxo da graça de Deus em nossa vida, e nossa reconciliação vertical é comprometida pela ausência da horizontal.
Embora o apóstolo Pedro fale sobre vários impedimentos, o tempo e a nossa necessidade nos leva tratar de um só deles: a maledicência. A palavra maledicência significa dizer mal ou falar mal. Como crentes em Jesus, somos advertidos a abandonar esta prática. Eu quero falar sobre algumas coisas ligadas à maledicência e tentar te ajudar a ver com mais clareza o quanto Deus leva a sério este assunto.
Você já olhou para a sua bíblia e se perguntou 'Por que nós consideramos esses 66 livros, e não outros, como a Palavra inspirada de Deus?' Essa é uma questão crítica e crucial, já que há muitos hoje em dia que negariam que esses 66 livros, de fato, formam o cânon completo da Escritura. Então, como sabemos que 'toda Escritura' consiste apenas desses 66 livros? Como sabemos que a Bíblia que seguramos em nossas mãos é a completa Palavra de Deus?
Muitos cristãos hoje gostam de dizer que todos os pecados são 'iguais' aos olhos de Deus, que não há uma escala de pecados menores ou piores, que uma mentirinha ou um homicídio são ambos o suficiente para que Cristo precisasse morrer na cruz. Todos dizemos isso na teoria, mas na prática, sabemos que uma mentirinha branca não vai te tirar da liderança da igreja. E um homicídio provavelmente vai. Na prática, há alguns pecados que são socialmente aceitáveis, mesmo na igreja.
Apesar da pós-modernidade, há muita gente que ainda pergunta - 'O inferno realmente existe?' Se você se acha entre essas pessoas, sinto desapontá-lo. Ele realmente existe. Minha resposta certamente levará você a formular mais duas perguntas - 'Quem o fez?' Se foi Deus, o que levou o amoroso Pai a fazer um lugar tão medonho? 


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