Parada obrigatória, desejada por todo caminhante do deserto, o oásis é um lugar de recobrar as forças. Muitos, no afã de encontrá-lo, acabam sendo enganados por uma miragem. Tão logo avistam o que parece ser um lago cercado de palmeiras, saem correndo, e ao mergulharem dão de cara com a areia. Além das constantes intervenções divinas, garantindo provisão, o povo hebreu passou por vários Oásis, entre os quais, o Oásis de Mara, o Oásis de Elim e o Oásis de Refidim. Cada um desses Oásis representa uma etapa de nossa jornada espiritual. 
Se quisermos um crescimento com profundidade, temos de nos voltar, com urgência, ao Cristo anunciado pelos santos apóstolos - morto, crucificado e ressurreto. O Jesus do Calvário é insubstituível e inimitável. Se agirmos assim, nosso crescimento terá a profundidade do rio de Ezequiel. De caudaloso e insondável, terá de ser transposto a nado. Basta de pregarmos o que o povo quer ouvir. Falemos o que as pessoas precisam escutar.
A reconciliação não é algo a ser praticado somente entre nós e Deus, mas também para com nossos irmãos. Reconhecemos, que, à semelhança da cruz, também temos duas linhas do fluir da reconciliação: a vertical (o homem com Deus) e a horizontal (entre os homens). O mesmo perdão que recebemos de Deus deve ser praticado para com nossos semelhantes. Se fluímos com o Pai Celestial no mesmo espírito perdoador, permanecemos na reconciliação alcançada pelo Senhor Jesus. Contudo, se nos negamos a perdoar, interrompemos o fluxo da graça de Deus em nossa vida, e nossa reconciliação vertical é comprometida pela ausência da horizontal.
Embora o apóstolo Pedro fale sobre vários impedimentos, o tempo e a nossa necessidade nos leva tratar de um só deles: a maledicência. A palavra maledicência significa dizer mal ou falar mal. Como crentes em Jesus, somos advertidos a abandonar esta prática. Eu quero falar sobre algumas coisas ligadas à maledicência e tentar te ajudar a ver com mais clareza o quanto Deus leva a sério este assunto.
Você já olhou para a sua bíblia e se perguntou 'Por que nós consideramos esses 66 livros, e não outros, como a Palavra inspirada de Deus?' Essa é uma questão crítica e crucial, já que há muitos hoje em dia que negariam que esses 66 livros, de fato, formam o cânon completo da Escritura. Então, como sabemos que 'toda Escritura' consiste apenas desses 66 livros? Como sabemos que a Bíblia que seguramos em nossas mãos é a completa Palavra de Deus?
Muitos cristãos hoje gostam de dizer que todos os pecados são 'iguais' aos olhos de Deus, que não há uma escala de pecados menores ou piores, que uma mentirinha ou um homicídio são ambos o suficiente para que Cristo precisasse morrer na cruz. Todos dizemos isso na teoria, mas na prática, sabemos que uma mentirinha branca não vai te tirar da liderança da igreja. E um homicídio provavelmente vai. Na prática, há alguns pecados que são socialmente aceitáveis, mesmo na igreja.
Apesar da pós-modernidade, há muita gente que ainda pergunta - 'O inferno realmente existe?' Se você se acha entre essas pessoas, sinto desapontá-lo. Ele realmente existe. Minha resposta certamente levará você a formular mais duas perguntas - 'Quem o fez?' Se foi Deus, o que levou o amoroso Pai a fazer um lugar tão medonho? 
É inquestionável que Jesus identificava sua missão e sua mensagem como sendo de alegria. Ele é o verdadeiro noivo que nos convidou para uma festa de casamento. Ele veio trazer paz aos perturbados, perdão para os culpados, alegria para os abatidos, liberdade para os escravizados. Jesus disse que estar com ele era ter alegria. Contudo, há cristãos que aceitaram o convite para a festa de casamento do Senhor, mas parece que não estão querendo sair da marcha fúnebre. Eles parecem determinados a viver em perpétua aflição e desespero pelas suas imperfeições e fracassos.
A fé tem uma inimiga declarada - a dúvida. Dúvida gera conflito, incerteza. O Apostolo Tiago compara um coração duvidoso às ondas do mar, levadas de uma direção a outra pela força do vento. Na filosofia, dúvida é principio de sabedoria, porque através dela se estabelece métodos que conduzirão a respostas concretas.
A transformação só acontece com o rosto desvendado. Se não 'tirarmos a máscara', seguramente o poder transformador operado pelo Espírito Santo não irá se manifestar. Caminhar com o rosto desvendado não nos liberta apenas do alto custo (espiritual e emocional) de se viver de 'teatro', mas ainda permite que sejamos trabalhados e transformados pelo Senhor. Que o entendimento dessas verdades nos ajude a abandonar qualquer expressão de hipocrisia de modo a, pela graça de Deus, andarmos como Paulo - com o rosto desvendado.
A história do profeta Jonas é bem curta e diferente dos demais profetas do Antigo Testamento. Ele pode ser considerado um missionário, o primeiro a proclamar pessoalmente, arrependimento a uma nação gentia. Jonas dormiu no porão do barco, mas acordou no ventre do peixe. É quase cômica a forma como tudo acontece, até que se torna trágico. Alguém de íntimo relacionamento com Deus, imaginar que pode fugir de Sua presença.
Pessoas em todos os cantos do mundo estão clamando por uma resposta à questão do mal. E ela vem àqueles que afirmam que Deus é poderoso e que Deus é bom. Como pode um Deus bom permitir que essas coisas aconteçam? Como pode um Deus de amor permitir que assassinos assassinem, terroristas aterrorizem e os perversos fujam sem deixar rastros?


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