Sabemos que em tudo na nossa vida nós passamos por escolhas. Escolhemos nossos relacionamentos nossas amizades, nosso cônjuge e etc.. Enfim, os caminhos da vida são feitos de decisões e escolhas. E o que você é hoje é consequência das escolhas que você fez no passado. Sendo assim as escolhas que você fizer hoje, também mudarão seu futuro. As Escrituras em muitos de seus textos relatam exemplos de escolhas que mudaram vidas e destinos. E através desses exemplos podemos tirar algumas lições para as nossas próprias escolhas.
Para que outros possam viver, não apenas vale a pena morrer, como deve-se morrer, deve-se. Para que outros possam viver, deve-se, é necessário morrer para que haja vida, trazendo sempre em nosso corpo o morrer de Jesus, para que a vida de Jesus também seja revelada em nosso corpo, pois nós que estamos vivos, somos sempre entregues à morte por amor a Jesus...Assim como a semente que não morre, não germina, assim como a semente que não morre é incapaz de gerar frutos, aquele que não morre é incapaz de gerar vida... 
Amizades são muito importantes em nossa vida. Elas contribuem grandemente em nossa formação e modo de vida. Delas, surgem os relacionamentos mais profundos que definirão coisas importantes como com quem vamos nos casar e que tipo de pessoas vamos ser. As amizades são desenvolvidas primeiro em família e depois na convivência da igreja, escola, vizinhança, etc. A Bíblia nos dá muitas orientações a respeito de amizades. Ela fala da importância dos bons amigos e nos avisa sobre os perigos das más companhias através de várias exortações e ricos exemplos.
O Salmo 2 apresenta o Ungido como o Filho de Jeová; e tem Deus dizendo - 'Hoje, te gerei'. Entretanto, João identifica Jesus como 'o Verbo', que estava 'no princípio . . . e era Deus' (1 João 1:1); Jesus falou ao Pai da 'glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo' (João 17:5); e Paulo diz que Cristo, antes de sua encarnação, 'não julgou como usurpação o ser igual a Deus' (Filipenses 2:6).  Como pode um filho gerado coexistir eternamente com o Pai?
Basta uma leitura de Atos para logo concluirmos: não há cristão que não seja conselheiro. É o que afirma o apóstolo Paulo (Cl 3.16). No mesmo livro, porém, constatamos que o Espírito Santo separa determinadas pessoas, para que se consagrem ao ministério do aconselhamento. Nos momentos de crise, requer-se a pronta intervenção de alguém chamado especificamente a essa tarefa. Todavia, o que é o conselheiro cristão? É um profissional? Um médico de almas? Ou um ministro do evangelho?
Deus prova que mantém o controle sobre tudo o que Ele criou: pessoas, nações, animais, fenômenos da natureza, tempo. O olhar do Senhor está aqui onde me encontro nesse exato momento, mas também no lugar onde você que lê este estudo agora. E está em todos os países, nos lugares mais populosos aos mais desérticos. Porque o Senhor Deus é soberano, e contempla a tudo ao mesmo tempo para dar a cada um a justa recompensa de suas obras. Deus é soberano e Juiz ao mesmo tempo.
O dono da vinha é Deus, o Pai. Se estamos no meio da vinha do Senhor, é apenas por sua graça e amor. Não temos a natureza e a qualidade correspondentes à santidade divina, mas vivemos pela misericórdia. Todo cultivo representa investimento e tem um propósito. Nesse caso, o objetivo era a frutificação. Uma figueira pode ser alta, forte, bonita, com folhagem exuberante e até flores, mas, se não tiver fruto, não estará cumprindo sua missão. Cada dia das nossas vidas é uma nova oportunidade. Se estamos ainda nesta terra, é porque não fomos cortados. Ainda podemos frutificar.
Na aula de hoje estudaremos a respeito da reciprocidade enquanto característica do amor cristão. Somente aqueles que amam são capazes de agir pelo outro sem interesse próprio. Essa é justamente uma marca do genuíno amor cristão – agape – que se mostra desinteressado.
Quando Deus apareceu a Moisés no Monte Horebe deu-lhe uma missão quase impossível - Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o Meu povo, os filhos de Israel, do Egito. E tendo (de má vontade) aceitado aquela missão, enfrentou a astúcia do soberano do Egito que não tinha nenhuma vontade de deixar o povo ir. Por quatro vezes Faraó tentou enganar Moisés sem lograr êxito.
Estudamos, na aula passada, que a oração é o antídoto contra a ansiedade, e que, por meio desta, obtemos a paz. Mais especificamente, nesta aula, trataremos a respeito da mente do cristão. Veremos que nossos pensamentos exercem papel preponderante para uma vida cristã equilibrada. Destacaremos a importância de voltarmos nossos pensamentos para as coisas que são de cima, não para as que são de baixo (Cl. 3.1).
Alguns entendem que o culto infantil é a forma de deixar os pais mais tranquilos na hora da pregação. Engano! Não somente um encontro com seus amiguinhos, o culto infantil é a forma de passarmos às nossas crianças, em uma linguagem menos formal (pastoral teológica), como devemos nos portar diante de um Deus que merece toda honra, glória e louvor.
O exército Assírio se levanta para eliminar o reino do Sul, o reino de Judá. Na invasão, tomou várias cidades fortificadas de Judá e dominou sobre elas; exigiu alta soma em tributos. O futuro de Judá estava prestes a se desmoronar. Como Rei, Ezequias precisava de estratégias que o levariam a percorrer um longo caminho para a vitória naquela guerra. Você poder adotá- las e vencer!


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