O Salmo 2 apresenta o Ungido como o Filho de Jeová; e tem Deus dizendo - 'Hoje, te gerei'. Entretanto, João identifica Jesus como 'o Verbo', que estava 'no princípio . . . e era Deus' (1 João 1:1); Jesus falou ao Pai da 'glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo' (João 17:5); e Paulo diz que Cristo, antes de sua encarnação, 'não julgou como usurpação o ser igual a Deus' (Filipenses 2:6).  Como pode um filho gerado coexistir eternamente com o Pai?
Basta uma leitura de Atos para logo concluirmos: não há cristão que não seja conselheiro. É o que afirma o apóstolo Paulo (Cl 3.16). No mesmo livro, porém, constatamos que o Espírito Santo separa determinadas pessoas, para que se consagrem ao ministério do aconselhamento. Nos momentos de crise, requer-se a pronta intervenção de alguém chamado especificamente a essa tarefa. Todavia, o que é o conselheiro cristão? É um profissional? Um médico de almas? Ou um ministro do evangelho?
Deus prova que mantém o controle sobre tudo o que Ele criou: pessoas, nações, animais, fenômenos da natureza, tempo. O olhar do Senhor está aqui onde me encontro nesse exato momento, mas também no lugar onde você que lê este estudo agora. E está em todos os países, nos lugares mais populosos aos mais desérticos. Porque o Senhor Deus é soberano, e contempla a tudo ao mesmo tempo para dar a cada um a justa recompensa de suas obras. Deus é soberano e Juiz ao mesmo tempo.
O dono da vinha é Deus, o Pai. Se estamos no meio da vinha do Senhor, é apenas por sua graça e amor. Não temos a natureza e a qualidade correspondentes à santidade divina, mas vivemos pela misericórdia. Todo cultivo representa investimento e tem um propósito. Nesse caso, o objetivo era a frutificação. Uma figueira pode ser alta, forte, bonita, com folhagem exuberante e até flores, mas, se não tiver fruto, não estará cumprindo sua missão. Cada dia das nossas vidas é uma nova oportunidade. Se estamos ainda nesta terra, é porque não fomos cortados. Ainda podemos frutificar.
Na aula de hoje estudaremos a respeito da reciprocidade enquanto característica do amor cristão. Somente aqueles que amam são capazes de agir pelo outro sem interesse próprio. Essa é justamente uma marca do genuíno amor cristão – agape – que se mostra desinteressado.
Quando Deus apareceu a Moisés no Monte Horebe deu-lhe uma missão quase impossível - Vem agora, pois, e eu te enviarei a Faraó, para que tires o Meu povo, os filhos de Israel, do Egito. E tendo (de má vontade) aceitado aquela missão, enfrentou a astúcia do soberano do Egito que não tinha nenhuma vontade de deixar o povo ir. Por quatro vezes Faraó tentou enganar Moisés sem lograr êxito.
Estudamos, na aula passada, que a oração é o antídoto contra a ansiedade, e que, por meio desta, obtemos a paz. Mais especificamente, nesta aula, trataremos a respeito da mente do cristão. Veremos que nossos pensamentos exercem papel preponderante para uma vida cristã equilibrada. Destacaremos a importância de voltarmos nossos pensamentos para as coisas que são de cima, não para as que são de baixo (Cl. 3.1).
Alguns entendem que o culto infantil é a forma de deixar os pais mais tranquilos na hora da pregação. Engano! Não somente um encontro com seus amiguinhos, o culto infantil é a forma de passarmos às nossas crianças, em uma linguagem menos formal (pastoral teológica), como devemos nos portar diante de um Deus que merece toda honra, glória e louvor.
O exército Assírio se levanta para eliminar o reino do Sul, o reino de Judá. Na invasão, tomou várias cidades fortificadas de Judá e dominou sobre elas; exigiu alta soma em tributos. O futuro de Judá estava prestes a se desmoronar. Como Rei, Ezequias precisava de estratégias que o levariam a percorrer um longo caminho para a vitória naquela guerra. Você poder adotá- las e vencer!
Essa é uma parábola bem conhecida, de crianças a adultos; todos já ouviram. As duas casas representam dois tipos de homens e também de lares - os alicerçados na Palavra de Deus e os que não têm fundamento, pois estão distantes e rebeldes aos ensinamentos de Deus. Ambos são atacados pela força das águas, porém apenas o firmado na Rocha permanece de pé. O homem que constrói na Rocha - cava fundo, carrega madeira, prepara o alicerce, escolhe o lugar, planeja, mede... E o que constrói na areia?
Os poucos versículos que compõem o Salmo 23, se apagados, deixariam um pequenino branco nas páginas de nossa Bíblia. Contudo, se os sentimentos nele expressados fossem apagados da vida, eles deixariam um buraco sem fundo no coração humano.  O coração faminto não encontraria alimento; o coração perdido, nenhuma orientação; e o coração moribundo, nenhuma esperança.  Afortunadamente, ele não foi apagado e cada homem que conhece o Senhor como Pastor, não sentirá falta de nada
Quantas vezes desistimos na primeira dificuldade encontrada? Quantas vezes fracassamos ao enfrentarmos alguma tribulação? A Palavra de Deus nos anima a sermos perseverantes se quisermos ser vencedores, precisamos insistir em nossa fidelidade a Deus até a morte. Bem-aventurado o homem que suporta, com perseverança, a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam.