Nem Mesmo Jesus Consegue!


Jairo era um dos chefes de uma sinagoga. Enquanto muitos dos seus colegas - outros líderes dos judeus - faziam de tudo para desacreditar o trabalho e a mensagem de Cristo, este homem viu as evidências inegáveis apresentadas pelo homem que passava pela Galileia ensinando e curando. Quando sua filha de 12 anos ficou doente, Jairo procurou a ajuda de Jesus. Insistiu que Jesus fosse até sua casa para curar a menina.

Quando aproximaram da casa, Jairo recebeu uma notícia ainda mais triste. Pessoas da sua casa encontraram Jairo e falaram: “Tua filha já morreu; por que ainda incomodas o Mestre?” (Marcos 5:35). A implicação é óbvia: acreditaram no poder de Jesus, até certo limite. Curar doentes? Pode. Ressuscitar mortos? Ninguém pode! Que surpresa quando, minutos depois, a menina andava no meio daquelas pessoas, a vida e a saúde restauradas! E pode ser que a escolha de palavras usadas por Jesus enfatize mais ainda o ponto que precisamos entender. Quando realizou o milagre, Jesus disse: “Menina, eu te mando, levanta-te” (Marcos 5:41). Ela levantou porque Jesus mandou. O mesmo Jesus que usou sua palavra para criar o universo (João 1:1-3) e que sustenta a mesma criação com sua palavra poderosa (Hebreus 1:3) mandou uma menina morta a levantar, e ela obedeceu!

Em outra ocasião, um homem pediu ajuda para seu filho. Vendo que os discípulos de Cristo não conseguiram, o homem chegou a Jesus e disse: “se tu podes alguma coisa, tem compaixão de nós e ajuda-nos” (Marcos 9:22). Jesus respondeu: “Se podes! Tudo é possível ao que crê” (Marcos 9:23).

Hoje em dia, precisamos da fé que permite Jesus agir em nossas vidas. A preocupação não é apenas vencer uma doença, nem mesmo a ressurreição de um corpo morto. Independente da nossa saúde física, todos precisamos do poder de Jesus para vencer o pecado e a tentação. É especialmente nesta questão que tendemos a duvidar ou até negar o poder de Jesus.

É triste mas frequente ouvir a voz de desistência de uma pessoa que conclui que não há solução. Às vezes, é uma pessoa viciada em álcool ou outras drogas que decide não lutar para se livrar do vício, concluindo que nem Jesus teria poder para ajudar nesta batalha.

Em outras situações, a esperança perdida é de uma pessoa que sabe que Deus não aprova seus relacionamentos amorosos, por não estarem de acordo com seu plano do casamento revelado desde o início da história (veja a explicação de Jesus em Marcos 10:6-12). A pessoa conclui que seus sentimentos e paixões são tão fortes que nem mesmo Jesus daria condições de vencer o pecado. Vencida pela tentação, a pessoa se entrega ao pecado.

Ouvi uma vez o relato da conversão na prisão de um dos piores assassinos da época, um homem que cruelmente matou uma série de pessoas. Outra pessoa, ouvindo o mesmo relato, disse: “Não acredito que uma pessoa destas pode ser salva depois de tudo que fez”. Na mente da pessoa que fez o comentário, o problema foi o tamanho do crime, pois a nossa tendência é de julgar alguns pecados como bem piores que outros. Um homem sábio que conhecia bem as Escrituras, corrigiu este pensamento errado. Ele relembrou a pessoa duvidosa que a questão não é o tamanho do pecado e sim, o tamanho da graça e do poder de Deus.

Um outro homem sábio comentou sobre o mesmo assunto, mas não sobre o mesmo caso específico. Ele olhou para seu próprio passado, para as manchas de sangue inocente nas suas mãos, e pensou na misericórdia que Deus lhe ofereceu. Foi Saulo de Tarso, perseguidor que tornou pregador, que disse: “Fiel é a palavra e digna de toda aceitação: que Cristo Jesus veio ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o principal” (1 Timóteo 1:15).

Só Jesus mesmo consegue!

| Autor: Dennis Allan | Divulgação: EstudosGospel.Com.BR |


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