Sansão é um triste exemplo de como a desobediência de um jovem crente a ordenança de Deus pode trazer aborrecimentos, infelicidade e desgraça. Sansão morreu jovem, não teve um amor verdadeiro, não se casou, não formou um lar, não deixou filhos. Era fruto de uma promessa de Deus mas jogou sua vida fora porque nunca aprendeu a submeter-se à vontade do Senhor. Não se engane nem se deixe enganar. O namoro de um cristão é um assunto muito sério, pois é a semente de um futuro lar.
Embora eu deseje vê-las confortadas em Cristo, também quero dar-lhes um alerta bastante claro. É um alerta que muitos jovens cristãos precisam ouvir - a solidão em um casamento ímpio pode ser ainda mais severa que a solidão que se experimenta na vida de solteiro. Muitos solteiros não conseguem imaginar isso como verdade, mas é verdade. Assim como já estive com muitos rapazes e moças em aconselhamento sobre sua solidão, também estive com muitos indivíduos que estão chorando pela solidão que agora enfrentam em seu casamento ímpio.
De acordo com a cultura do 'presente século', o conceito de 'namoro saudável' está, em muitos aspectos, distante daquele apresentado na Bíblia Sagrada, de modo que até muitos crentes em Jesus desconhecem os princípios bíblicos que devem orientar este relacionamento. 
Em  I Co. 6:18-20 somos informados que a impureza sexual macula o corpo, que foi concebido originalmente por Deus para ser um templo, onde Ele mesmo habitaria (Gn 1:27).  Assim o período de namoro é o tempo ideal para que moços e moças exercitem a batalha espiritual, mantendo suas mentes e corpos incontaminados.
O namoro, juntamente com o noivado, pode ser definido como um relacionamento entre duas pessoas de sexo opostos, baseado no amor, tendo por finalidade maior, a preparação para um casamento dentro da vontade de Deus.
Nenhum relacionamento está isento de riscos e perigos, porém, quando duas pessoas assumem um compromisso estando longe uma da outra, o que vai determinar a força dessa relação é a profundidade do caráter de cada um.
A solidão se opõe ao plano divino, e, por isso mesmo, resulta em várias feridas na alma, tais como: sentimento de desconforto, de inutilidade; auto-estima baixa; depressão; ausência de laços afetivos; prostração; e, até mesmo, saudade.
Nesse festival, era costume colocar os nomes das meninas romanas escritos em pedaços de papel, que eram colocados em frascos. Cada rapaz escolhia o seu papel e a menina escolhida deveria ser sua namorada naquele ano todo.
O padre Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.
Coisa boa é namorar! Quem já não sofreu de “apaixonite” aguda? Quem já não sentiu um nó na garganta e as mãos suadas ao trocar um olhar com a pessoa por quem o coração bate incontrolável? Existe um momento na vida de todos nós que namorar é quase uma obsessão.
Jovens e adolescentes estão sendo formados nesta sociedade mutante. Os conceitos aprendidos em família, por serem frágeis e apenas nominais, não sobrevivem à avalanche de deseducação encabeçada pela mídia e pelos formadores de opinião.
O fato de estar solteiro para muitos é fator de muita frustração. Alguns, por não terem encontrado a pessoa certa, acabam desanimando. A vida cristã parece ficar vazia, sem motivação. Alegam até falta de poder para testemunhar, e muitos tem o desejo de afastar-se por completo de Deus.