Pedro, após ser advertido por Deus em sonho para não preferir os judeus em detrimento dos gentios, na proclamação do Evangelho, reconheceu que ele devia ser apresentado a todas as criaturas, sem exceção. O que ele disse em 'Deus não faz acepção de pessoas' foi confessar que as boas novas têm de ser levadas também aos gentios, e que não são exclusividade dos judeus, ao ponto dele crer que tanto esses como aqueles seriam salvos pela graça do Senhor.
Ao final desta série de estudos em Provérbios e Eclesiastes voltamos justamente para o local onde começamos - o temor do Senhor. Na aula de hoje reforçaremos esse ensinamento, destacando, a princípio, que temer a Deus não significa ter medo dEle, antes obedecê-lo, em amor.
Todos nós conhecemos a história da criação. É uma história tão fantástica, tão maravilhosa e tão simples que a lembramos desde a nossa mocidade, e agora também a contamos para os nossos filhos. Até mesmo as pessoas que nunca leram a Bíblia são responsáveis de reconhecer que Deus existe, pois ele se manifestou em sua obra criadora. Nós, os que somos abençoados por termos a Bíblia em nossas mãos, devemos olhar para a criação do modo como Deus a revelou em Gênesis capítulo 1.
A raiva humana, normalmente, é passageira. Provocada pelas circunstâncias, a raiva ferve e até explode, mas, logo se dissipa e some. A ira de Deus, porém, é permanente. Ela vem da justiça e da santidade de um Deus perfeito. Ele ama a justiça e odeia a iniqüidade. Assim como a santidade é parte integral do caráter do Senhor, a ira contra o pecado é uma característica constante dele.
Estamos vivendo dias difíceis em tempos trabalhosos, onde os homens, amantes de si mesmo, querem dizer até como Deus deve agir. Muitos usam muito essa expressão - 'Deus é amor, Deus é bom, Deus é pai'. Sim, isso é verdade! Deus é isso e muito mais! Ele é amor mais é juízo, é vingativo, é justiça. Muitos brincam de ser crente, e pisam no sangue de Cristo, com atitudes carnais e demoníacas.
Um dos métodos que Deus usa para aperfeiçoar o caráter cristão é permitir que soframos injustamente. A maioria de nós acha que sofrer já é suficiente e que sofrer injustamente é, certamente, demais. Amigos Deus nos molda através dos sofrimentos, mas temos a graça. Aleluia
'E levou-o para fora e repetiu a ordem - OLHA, agora, para os céus e conta as ESTRELAS, se as puderes contar... Contar estrelas aqui significa reacender sonhos. Assoprar novamente as cinzas. Se você apresentar a Ele, em oração, suas frustrações, suas feridas, suas limitações, suas quedas, saiba que Cristo pode trocar todas elas por sonhos e novas visões. Olhe, para o céu da noite e conte as estrelas.
 Feliz é o homem que vê Deus envolvido em tudo de bom ou de mal que acontece. Os versos supracitados dizem-nos que Deus é o nosso refúgio e fortaleza e se faz bem presente na angústia. Dizem-nos também que o Senhor dos exércitos é o nosso refugio. Ele tem o controle de tudo o que acontece no mundo. Há um relato bíblico muito instrutivo para nossa reflexão sobre o profeta Daniel. Vejamos...
Os dias de tribulação não são de forma alguma agradáveis. Eles são permitidos por Deus para nosso crescimento como pessoas e como cristãos. No tempo da angústia é tempo de conversar com o travesseiro. De contar as estrelas do céu. De perguntar ao Senhor por sonhos e visões. Nosso cotidiano muitas vezes nos faz perder o foco. E os espinhos das preocupações dessa vida sufocam as flores das espigas. Deus não se esquece de nossos sonhos, nem do seu propósito para nossa vida. Se você estiver passando pelo vale da sombra da morte, não se desespere, nem se atemorize.
Não encontramos no Velho Testamento qualquer declaração que defina a substância ou a essência de Deus. Somente no Novo Testamento é apresentada a espiritualidade de Deus. Ele é, essencialmente, Espírito, e, nessa qualidade, é imaterial. Portanto, não pode ser visto pelo olho material e nem pode ser representado por coisas materiais.
O poder de Deus toma duas direções e tem dois objetivos - salvação e juízo. O poder Divino na salvação é gracioso; Seu poder no julgamento é reto. Seu poder na salvação é a demonstração de Seu amor; Seu poder no juízo é a expressão de Sua ira santa. E o poder divino na graça é igual ao Seu poder no juízo, pois; 'Há um só legislador e um juiz que pode salvar e destruir'. Tiago 4:12.
Ao tratar da Vontade de Deus alguns teólogos têm diferenciado entre Sua vontade decretiva e Sua vontade permissiva, insistindo que há certas coisas que Deus tem positivamente pré-ordenado, mas outras coisas que Ele meramente tolera existir ou acontecer. Mas tal distinção não é uma distinção de maneira alguma, na medida em que Deus somente permite o que está de acordo com Sua vontade.