Lembrou de Adão, que pecou e trocou, a Glória de DEUS pela desobediência; Lembrou que Sara não creu na promessa e fez Abraão conhecer a escrava. Porque teve que acabar com toda a sua criação na águas do dilúvio...
A Cruz é o ponto de encontro entre o homem pecador e o Deus Salvador. A cruz faz parte dos desígnios de Deus para a salvação do pecador perdido, o julgamento do pecado, da morte e do diabo com seus anjos, e para a manifestação de Sua glória. A cruz não era a derrota, como os inimigos do Senhor imaginavam, mas a chave do plano divino. O elemento surpreendente da cruz não é o sangue, mas o sangue de quem e com que propósito.
Cristo é a humildade de Deus encarnada na natureza humana, o Amor Eterno humilhando a si mesmo, vestindo-se de mansidão e de benignidade para vencer, servir e nos salvar. Como o amor e a humildade de Deus fazem dele o ajudante e o servo de todos, da mesma forma Jesus foi a humildade encarnada. E assim Ele ainda está no meio do trono, o Cordeiro manso e humilde de Deus.
A humilhação que seus inimigos queriam para ele não era para ser preenchida só pela desolação de sua morte. Teria também que perseguir seu corpo mutilado a uma sepultura de criminoso, sem nome. Não há evidência de que a hierarquia judia planejou para que Jesus fosse crucificado entre dois criminosos, mas isso certamente lhes agradou. Eles desejavam ardentemente que ele fosse identificado com os notoriamente perversos.
Um sacerdote serve como intermediário entre homens imperfeitos e o perfeito Deus que os criou. O sistema do sacerdócio mudou com Jesus. O sacerdote é o sacrifício! Arão e outros sacerdotes do Antigo Testamento levavam o sangue de animais, mas Jesus ofereceu seu próprio sangue. Uma vez que entendemos o papel de Jesus Cristo como sumo sacerdote eterno, podemos apreciar o privilégio que ele estende aos seus seguidores.
'Mas, para vós que temeis o meu nome, nascerá o sol da justiça, e salvação trará debaixo das suas asas.' (Malaquias 4.2).
Foi de tirar o fôlego! Pedro, Tiago e João estavam num monte com Jesus. Ele estava orando; eles, dormindo. Eles acordaram. E lá estava Jesus: radiante, refulgente, resplandescente, seu rosto brilhava como o sol e suas roupas estavam brancas como a luz.
Jesus Cristo — o próprio Filho de Deus — foi 'entregue' por Deus, o Pai, de acordo com Seu plano eterno! A crucificação e subseqüente morte do Messias de Israel de modo algum foi um mero acidente na história, como afirmam muitos ateus.
"No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus... o Verbo se fez carne e habitou entre nós"