Encontro da Vida com a Morte

Na minha igreja, no interior do Ceará, dia 31 de maio/2004, segunda-feira, à noite, como de costume alguns irmãos estavam orando. É um momento de profunda consagração. Movidos pelo Espírito, cada um levanta a voz fala com Deus.
Estavam assim entregues à oração quando, de repente, ouviram fortes pancadas na porta do templo. Como, por prudência, demorassem um pouco para abrir a porta, aumentou o alarido lá fora. Aberta a porta, os irmãos viram mais ou menos cinqüenta pessoas. À frente, duas jovens endemoninhadas. Eram participantes de um ensaio de quadrilha, numa casa a uns trezentos metros da congregação.

Tinham pressa. As jovens ficaram possessas enquanto faziam o ensaio para as festas juninas. Certamente nunca tinham visto coisa tão horrenda. As jovens se contorciam e diziam coisas sem nenhum sentido. Alguém se lembrou que existia uma Igreja Evangélica nas proximidades. Antes, rezaram as rezas conhecidas. Chegaram à porta da igreja rezando a Ave-Maria. De nada adiantava. Os demônios continuavam donos da situação.

Todos os irmãos da minha igreja estão instruídos como proceder em situações tais. Sabem que Jesus lhes outorgou poderes para expulsar demônios. Sabem que não têm poder em si mesmos, mas podem usar o poderoso nome de Jesus.

Esta ocorrência lembra-nos a situação desesperada do poderoso Naamã, que, acometido de lepra, recorreu ao humilde profeta Eliseu, em terra distante, e foi curado (2 Reis 5.1-15). Lembra-nos também o encontro da procissão da morte com a procissão da vida.

A procissão da morte saía da cidade de Naim. À frente, um caixão com um jovem morto. Os rostos dos acompanhantes retratavam profunda tristeza. Ao lado do caixão, a mãe do jovem falecido. Perdera seu marido, e agora estava se despedindo do único filho.

Entrando na cidade, vinha a Procissão da Vida, a Procissão do Senhor, isto é Jesus e seus seguidores. Nestes, muita esperança, alegria e fé. A Vida se encontra com a Morte.

"Então, Jesus moveu-se de íntima compaixão, e disse àquela mãe triste: Não chores. E, chegando-se, tocou o esquife, e disse: Jovem, a ti te digo: Levanta-te. E o defunto assentou-se, e começou a falar” Lucas 7.11-14.

Uma procissão de pessoas tristes e sem esperança percorreu muitos quarteirões até chegar à congregação dos justos. Não sabiam ao certo como aquele inusitado problema seria resolvido. Meus irmãos, reunidos para glorificar e exaltar nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, sabiam como fazer. Já viram muitas vezes casos semelhantes na congregação.

Os demônios não querem largar sua presa. Ainda que coloquem à sua frente toda a força armada da mais poderosa nação do mundo, os Estados Unidos, com tanques de guerra e armas sofisticadas; ainda que o homem mais poderoso do mundo ordene que ele saia, o diabo não sai. A dinamite mais poderosa para expulsar demônios é o nome de Jesus.

Os irmãos suspenderam a oração. Colocaram as duas jovens no meio do salão, clamaram ao Senhor, e o diácono João Gomes, ordenou: Espíritos imundos, eu te ordeno, em nome de Jesus, saiam dessas mulheres. E eles saíram.

Quando as jovens, agora em pleno domínio de suas ações, se viram dentro de uma igreja, saíram correndo, envergonhadas, sem saber ao certo o que acontecera.

| Autor: Pr Airton Evangelista da Costa | Divulgação: estudosgospel.com.br |


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