Pior do que os fakes cibernéticos, são os de carne e osso que circulam nossas igrejas e nossas vidas, fazendo-se passar por aquilo que não são. Como reconhecê-los? Será que existem pastores fakes? Gente que sobe ao púlpito descaradamente, fingindo ser o que não são? Infelizmente a resposta é sim. Não dá pra confiar em tudo o que vemos e ouvimos. Então, como podemos inferir se alguém conhece ou não a Deus, ou ainda, se é um cristão legítimo ou um fake? Do ponto de vista de Deus, não há qualquer problema. Afinal de contas, 'O Senhor conhece os que são seus'. Mas do ponto de vista do lado de cá, só há uma maneira de saber quem de fato conhece a Deus...
O desejo por originalidade e autenticidade é o que leva tantos homens e mulheres jovens à conclusão de que a igreja é para perdedores. Afinal de contas, a igreja está cheia de hipócritas farisaicos, legalistas, pretensiosos. Algumas vezes, nossas igrejas podem ser muito superficiais, e sorridentes, e 'pare com essa cara fechada porque Deus é bom!'. Algumas vezes, nós distribuímos versículos bíblicos mais como pílulas de vitaminas do que como a Palavra viva de Deus. Algumas vezes, nós recorremos aos clichês banais e estereotipados. Mas a realidade é que toda igreja é cheia de hipócritas.
De acordo com a concepção judaico-cristã, não há nenhuma maldição em ser negro, nem bênção alguma em ser branco, amarelo ou vermelho. A bem-aventurança reside em se guardar os mandamentos de Deus, praticar a justiça e observar a beneficência - 'Deus não faz acepção de pessoas, mas lhe é agradável aquele que, em qualquer nação, o teme e faz o que é justo' (At 10.34-35).
De uma coisa estou certo - a igreja de Jesus jamais será um paciente terminal. Os membros de Cristo jamais terão que ser doados a outro corpo por causa da irreversibilidade de seu estado. Se Cristo nunca desistiu de Sua igreja, por que desistiríamos nós? Não estou saindo em defesa da igreja enquanto 'instituição', e sim da igreja como organismo vivo. As denominações são para a igreja o que as roupas são para o corpo.
Jesus não podia desperdiçar a oportunidade de lhes dar uma importante lição acerca de como as coisas funcionam no Reino de Deus, onde a ordem é subvertida, e o maior é aquele que serve aos demais, e não aquele que se serve deles. No Reino não existem VIP’s! Quem viu o rosto de Jesus transfigurar não é mais importante do que os que ficaram lá embaixo amargando a experiência de não conseguir expulsar um demônio. Quem profetiza não tem primazia sobre quem não o faz. Quem ostenta um título não deve valer-se dele para exercer domínio sobre os demais.
Terremotos, tornados, tsunamis, tempestades, deslizamentos, aquecimento global. Este é só o começo de uma vasta lista de catástrofes naturais que o mundo tem acompanhado nos últimos anos. Mas, por que tudo tem de ser considerado castigo divino ou ação diabólica? É claro que Deus é absolutamente soberano e tem o controle de todas as coisas, mas isso não significa que é Ele quem produz os desastres, afim de castigar a humanidade, como fez enviando o Dilúvio, para inundar a terra, e fogo em enxofre, para destruir Sodoma e Gomorra.
Assim deveria ser com aquele que proclama a palavra de Deus semanalmente. Ele deveria ser honrado não pelo que ele é ou pelo que fez, mas pelas gloriosas boas novas que ele traz. Isso nos leva à última forma pela qual esses homens comuns devem ser honrados. Parece provável que Paulo tenha as finanças em mente em 1 Timóteo, presumivelmente porque ele estava consciente de algumas condições locais particulares. Mas a honra não deveria ser restrita a isso. Para mim, a melhor forma em que posso ser honrado é que as pessoas orem para que eu não caia em pecado e traga desgraça para a igreja.
Em continuidade à sua resposta, Gleiser diz que 'nenhum corpo de conhecimento, por si só, pode dar conta da complexidade da nossa existência', ou seja, a 'religião não pode ignorar os avanços da ciência; por sua vez, a ciência não pode proclamar que sabe como resolver questões que, ao menos no momento, estão muito além de sua competência'. Com isso, o físico brasileiro está dizendo que 'é necessário evitar os excessos de ambas as partes', e que o 'perigo é, de um lado, o obscurantismo e, de outro, a prepotência'.
Mesmo quem não assiste, provavelmente já ouviu falar de Avenida Brasil. Não dá pra ficar alheio. Todo mundo comenta. Seja na fila do mercado, no banco, no táxi, no aeroporto, até na igreja, e, principalmente nas redes sociais. Quando o Brasil parava para assistir a trama, no fundo, o Brasil parava para assistir a si mesmo. Precisamos diminuir a distância entre o púlpito e os bancos. Pastores precisam deixar sua linguagem abstrata, rebuscada, ou recheada de clichês do nosso evangeliquês, e ir ao encontro do homem comum. Nossos sermões precisam fisgá-los desde o primeiro minuto, levando-os a refletir, questionar, arrazoar, para então, acolher, crer e praticar. A cada término de culto, deve ficar aquele gostinho de quero mais, e os anúncios devem soar como um a seguir, cenas do próximo capítulo.
'Só quero dizer uma coisa', disse ele. A platéia fez um silêncio reverente. 'A música que fazemos é um truque.' Ele começou a explicar que a única razão pela qual eles tocavam suas música era para chamar nossa atenção e nos mostrar a importância de aceitar Jesus Cristo como salvador. 'Jesus o ama', ele continuou, 'e quer ter um relacionamento pessoal com você. A música é algo secundário, não é o mais importante. É uma armadilha. Não importa'.
Em uma viagem recente pela Rodovia Régis Bittencourt (BR 116), observei várias placas convidando turistas a conhecerem a maior caverna do estado de São Paulo. Nas placas foram impressas as palavras 'Visite a Caverna do Diabo'. As descrições e fotos que tenho visto são impressionantes...
As orações devem ser curtas e simplistas, bem como o sermão, que deve abordar assuntos que interessam aos incrédulos, tais como solidão, maridos ausentes, falta de esperança, falta de contentamento, mágoas, dificuldade de criar adolescentes, e como lidar com tais problemas.