Muito já se escreveu sobre o episódio de Elias no monte da transfiguração, e para este subsídio gostaria apenas de trazer uma reflexão sobre a necessidade de uma fé que não se limita, nem se contenta com a ausência do sobrenatural, das visões e da percepção inconfundível da presença do Senhor. Há milhares de cristãos que ao longo da história da Igreja tiveram visões, onde anjos e o próprio Cristo lhes apareceram, que foram arrebatados em espírito e puderam contemplar grandes coisas. 
Se dermos prioridade as coisas que nos interessam e relegarmos ao secundário os momentos que precisamos passar a sós com Deus, necessários para ouvir a Sua voz e fazer a sua vontade, ficaremos irremediavelmente secos de compaixão. Por isso, vamos colocar o título da mensagem na ordem correta - 'Coração de Maria e mãos de Marta'. Primeiro a comunhão e depois o serviço.
Se vamos aproveitar alguma lição de Malaquias para as igrejas de hoje, ajudaria refletir sobre o princípio ensinado no primeiro capítulo do livro. Quando Deus viu a falta de santidade e de dedicação por parte dos adoradores daquela época, ele falou que seria bom se alguém fechasse as portas do templo para não permitir a adoração insincera. Em outras palavras, ele pediu para parar de brincar de religião.
O episódio que envolveu Elias e os profetas de Baal nos faz pensar sobre a crise espiritual e moral que assola o sistema religioso evangélico e político no Brasil. Assim como nos dias de Acabe e Jezabel, tem muito líder político hoje comprando a consciência e calando a boca de profetas através de esquemas fraudulentos, de cargos e salários para o próprio profeta, ou para os seus parentes e familiares.
Ao colocar o nome do menino de Manassés, José estava profeticamente proferindo que há uma unção para aqueles que foram esquecidos, para aqueles que foram humilhados, ofendidos, traídos, agredidos e desprezados. José estava nos dizendo que há um Deus verdadeiro e poderoso que pode não só apagar nossos pecados, mas também pode apagar tudo que nos faz mal. Eu quero nesta hora ministrar na vida de todos os amados leitores dessa mensagem o que José nos ensinou, A Unção de Manassés, que apaga de nossas mentes todo mau, toda mágoa, todo rancor.
Esdras, o escriba e sacerdote que liderou um grupo de aproximadamente cinco mil pessoas, quando do retorno dos judeus do exílio Babilônico em 457 a.C. O movimento restaurador provocado pela liderança de Esdras, chegou até mim pelas páginas da maravilhosa Palavra de Deus, viva e eficaz! Esdras, era um homem simples, que vivia entre o povo, mas transformou uma nação, porque vivia de forma diferente, buscando a Deus, sem desanimar.
A expansão da Igreja Cristã, em Atos dos Apóstolos, pode ser divida em duas etapas distintas: a primeira, de forma espontânea, vai de Jerusalém a Samaria; a segunda, de forma planejada e intencional, vai de Antioquia a Roma, sem impedimento algum. A vocação da Igreja é ser universal, invisível e perfeita. É local, mas a sua glória é que ela não é local. Ainda que visível, fermenta o mundo em sua invisibilidade.
Pode parecer simples, porém, orar é muito mais do que uma prática religiosa. Orar é conspirar! Orar é sabotar! Orar é emperrar as engrenagens deste mundo. É denunciar as injustiças. É ser cúmplice de Deus na implantação do Seu Reino na Terra. É, portanto, uma atitude subversiva, revolucionária. Daniel não se dobrou ante aquele decreto injusto. Ele o desobedeceu conscientemente.
Estando o Cristo já à destra do Pai e a vacância de Judas devidamente preenchida por Matias, só faltava mesmo o Senhor Jesus efundir o Espírito Santo sobre os apóstolos e os discípulos, para que a Igreja fosse inaugurada como a agência por excelência do Reino de Deus. O fato está registrado em Atos capítulo dois.
Sempre exato e preciso em suas informações, Lucas divide sua narrativa em episódios rigorosamente encadeados, objetivando mostrar o avanço sistemático e logístico da Igreja de Cristo, embora pareça que esta, logo no início, haja se expandido de maneira espontânea.
Para os cristãos de Atos dos Apóstolos, a missiologia não se acomodava no âmbito da teoria, mas dinamizava-se numa prática que levava a Igreja a forçar as portas do inferno através da proclamação do Evangelho de Cristo.
Fez Lucas, em seu evangelho, um relato fidedigno e metódico de 'todas as coisas que Jesus começou a fazer e a ensinar até ao dia em que, depois de haver dado mandamentos por intermédio do Espírito Santo aos apóstolos que escolhera, foi elevado às alturas' (At 1.1-2). Já em Atos dos Apóstolos, pôs-se ele a narrar a expansão da Igreja de Cristo.