O texto que destacamos nos fala de duas impressionantes colunas de bronze que ficavam em frente do templo. Salomão chama a da direita de Jaquim, e a da esquerda de Boaz. Essas duas colunas trariam a sua lembrança, do Deus Todo Poderoso e de todos os conselhos que ouvira de seu velho pai Davi. No livro de Eclesiastes, lemos a decadência desse Rei. Salomão nos mostra Sete Caminhos que percorreu para preencher o vazio de sua alma, exatamente por não ter mais Deus presente na sua vida. Salomão já não se lembrava das suas promessas, e tampouco olhava para as 2 colunas que lhe faria relembrar os seus votos!.
Quem era esse coxo e o que significava a tal porta Formosa? Como disse anteriormente, o desconhecimento dessas informações não diminui  o poder da mensagem. Porém, o aprofundamento nos detalhes nos proporciona maravilhamento quanto ao agir de Deus - Ele é perfeito e faz com que todas as coisas, de fato, contribuam para o bem dos que O amam. Assim, com a presença de Deus entre seu povo, um simples encontro no meio da rua, a caminho de algum lugar,  possibilita acontecimentos extraordinários. Foi o que aconteceu com o coxo da Porta Formosa.
Prepara-se. O que você vai ler nesse estudo irá lhe surpreender. Vamos a narrativa descrita pelos evangelistas Mateus e Marcos. Ambos descrevem de modo idêntico o encontro de Jesus com a mulher cananéia.  É certo que ela precisou se humilhar para ser exaltada . Precisou reconhecer suas falhas, experimentar o silêncio de Deus para perceber que o encontro com Jesus tinha o objetivo de transformar não apenas a vida de sua filha, mas dela própria e de seu lar.
Vários povos pelo mundo afora têm sofrido até hoje a ação despótica de governos autoritários que dispensam ao povo um tratamento indigno, onde as suas necessidades e interesses são completamente ignorados. No estudo de hoje será analisada a história de um rei que tentou implantar uma política autoritária e opressora, mas que foi surpreendido com uma revolução, cujas conseqüências desestabilizaram profundamente o seu reinado. Este rei é Roboão. Um governante despreparado, que causou muita confusão.
Davi reinou 40 anos, sendo 7 em Hebrom e 33 em Jerusalém. Ele era pastor de ovelhas, músico, poeta, instrumentista, inventor de instrumentos, bom líder e repleto da presença de Deus. Graças à sua habilidade política, conseguiu captar a simpatia dos povos vizinhos e logo foi aclamado Rei em todo o Israel. Transformou Jerusalém no centro político e religioso de sua época. Davi foi brilhante estrategista militar. Há uma feliz combinação em sua vida: bravura e dote de liderança.
Sem pronunciar nenhuma palavra, a própria presença de Maria junto à cruz e, mais tarde, entre os discípulos, oferece um poderoso testemunho da divindade de Cristo. O único humano que conhecia de primeira mão sua origem era uma seguidora de Jesus. Ela não é para ser venerada como a Mãe de Deus, mas é para ser imitada como uma fiel filha de Deus e serva de Jesus.
Paulo, juntamente com Timóteo, servos de Jesus Cristo, dirigem essa Epístola aos 'santos em Cristo que estão em Filipos', esse adjetivo 'santo' diz respeito àqueles que creem em Cristo. Isso porque esses filipenses, tal como os coríntios, foram santificados em Cristo Jesus, que também os chamou para a santificação. A expressão 'em Cristo' é relevante nas epístolas paulinas, pois revela que a salvação vem dessa condição. Por causa dela, podemos desfrutas da 'graça e paz', do favor imerecido de Deus, e da paz com Deus, podendo, agora, nos aproximar dEle.
O segredo de José só não é mais simples porque a dificuldade está em colocá-lo em prática, ou seja, quando se trata de ser fiel na prática, a teoria é outra. Mas, o segredo de José é descortinado quando ele se casa, já no palácio, e dá nome aos seus filhos, pois é ali que ele deixa claro sua trajetória de vitória e, mais importante, a sequência dessa trajetória - primeiro lhe veio Manassés, depois Efraim. Manassés significa, em termos simples, 'esquecer', enquanto Efraim pode ser entendido por 'frutífero', de onde se compreende que os frutos vêm após um certo período de maturidade e, principalmente, de crescimento da árvore. 
Elias lança um desafio a Baal, Aserá e seus profetas. Foi um desafio lançado a toda a corte religiosa da época. No monte Carmelo, após a exibição dos seus opositores no intuito de fazer os deuses se manifestarem, sem nenhum sucesso, Elias clamou ao Senhor para que mostrasse que ele era seu servo e que Jeová era o Dono de todo o poder, e para que isso acontecesse o Senhor deveria enviar fogo do céu. E essa manifestação de poder não tardou, e logo o céu se abriu e o fogo desceu.
É normal para qualquer pessoa sentir medo quando encara a morte, e Paulo também o sentia. Mas a preocupação de Paulo não foi medo de morrer, ou medo do que aconteceria com ele após a morte. Para este servo do Senhor, a morte seria um alívio bem-vindo e marcaria o início da sua vida celestial na presença de Jesus. Paulo não temia sua morte; ele temia pelas pessoas que ainda permaneceriam aqui na terra.
A escola dos profetas, ao que tudo indica, teria sido o primeiro seminário teológico dos tempos bíblicos. Essa escola teria sido organizada por Samuel, que acumulou o ministério de profeta, sacerdote e Juiz. Elias e Eliseu foram os responsáveis pela consolidação da escola dos profetas, a contribuição deles fez com que essa escola funcionasse como resistência à apostasia que havia se estabelecido no reino do norte. A escola dos profetas estava fundamentada no ensinamento bíblico, por isso, as instruções eram tanto morais quanto espirituais.
O ministério de Eliseu foi ratificado pelos milagres que Deus realizou por sua instrumentalidade. E esses milagres foram manifestos em momentos de angústia, onde apenas Deus poderia intervir, milagres de provisão, restituição, restauração e julgamento. Todas essas intervenções divinas operadas por Eliseu tinham como único propósito não exaltar as virtudes do profeta, mas evidenciar a graça e a glória do Todo-Poderoso.